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Durante a avaliação clínica de um paciente adulto internado em unidade de internação clínica, o enfermeiro observa respiração com ciclos regulares, profundos e rápidos, sem pausas entre inspiração e expiração, associada a hálito cetônico e histórico de diabetes mellitus descompensado. À luz da semiologia respiratória e da fisiopatologia envolvida, o padrão respiratório identificado e a conduta inicial mais adequada do enfermeiro são, respectivamente:
Respiração de Cheyne-Stokes; manter o paciente em decúbito dorsal e estimular respirações lentas e profundas.
Respiração de Kussmaul; comunicar imediatamente a equipe médica e monitorar rigorosamente sinais vitais e gasometria arterial.
Respiração de Biot; administrar oxigenoterapia sob prescrição e observar presença de apneias prolongadas.
Respiração eupneica; apenas registrar o achado no prontuário por se tratar de padrão fisiológico.