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A evolução clínica descrita sugere risco de deterioração...

ESTUDO DE CASO


Paciente masculino, 59 anos, portador de Diabetes Mellitus tipo 2 e hipertensão arterial sistêmica, é admitido na unidade clínica com diagnóstico de pneumonia adquirida na comunidade. Encontra-se consciente, orientado, porém dispneico aos mínimos esforços. Na admissão apresenta: PA 150x92 mmHg, FC 104 bpm, FR 28 irpm, SpO₂ 90% em ar ambiente, T 38,5°C.

Foi prescrita oxigenoterapia por cateter nasal a 3 L/min, antibioticoterapia venosa e controle glicêmico capilar de 6/6h.

No segundo dia de internação, o paciente evolui com piora do padrão respiratório, SpO₂ 86% mesmo com O₂ a 3 L/min, sudorese fria, agitação psicomotora e glicemia capilar de 58 mg/dL. Durante a administração de medicação intravenosa, o técnico de enfermagem observa que o acesso periférico apresenta sinais flogísticos e discreto extravasamento.


Com base na situação apresentada, responda as questões de 41 a 45.

A evolução clínica descrita sugere risco de deterioração clínica. No contexto da cultura de segurança do paciente, é CORRETO afirmar que:


A

A comunicação tempestiva de alterações clínicas integra práticas seguras e reduz eventos adversos.


B

Apenas o médico pode reconhecer sinais precoces de agravamento.


C

O técnico deve agir isoladamente para evitar exposição da equipe.


D

A notificação interna de intercorrências caracteriza falha profissional.


E

Eventos adversos só devem ser registrados quando houver dano permanente.