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Para responder às questões número 29 e 30, considere o relato (hipotético) apresentado a seguir:
Durante visita domiciliar para avaliação e acompanhamento de um idoso de 64 anos, portador de enfisema pulmonar grau leve, sem necessidade de oxigenoterapia, artrite reumatoide em remissão, hipertensão arterial e diabetes tipo 2 há 6 anos, o enfermeiro da equipe de saúde da família foi informado pelo paciente que ele vinha seguindo as orientações alimentares realizadas na última consulta e estava tomando o novo esquema terapêutico prescrito pelo médico recentemente, porque a sua “glicose no sangue andava um pouco mais alta do que devia”. Ao analisar o prontuário, o enfermeiro constatou, entre outros registros recentes, que o médico havia alterado o esquema terapêutico do paciente introduzindo o medicamento à base de dapagliflozina. Ao longo da consulta domiciliar, entre outras atividades, o enfermeiro reafirmou a importância de observar as orientações dietéticas e junto com o idoso definiu as ações a serem desenvolvidas com o objetivo de alcançar as metas de controle da glicemia.
No que diz respeito ao medicamento à base de dapagliflozina, recém-introduzido no esquema terapêutico para tratamento de diabetes, o enfermeiro deve monitorar a presença de efeitos colaterais da droga e orientar o idoso e cuidadores a informarem à equipe de saúde sobre a presença, entre outros itens, de
sinais e sintomas de hipotensão arterial.
náuseas, vômito e diarreia.
turvação da vista e diplopia.
taquicardia e dor retroesternal.
sinais e sintomas de infecções do trato geniturinário.