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Um adolescente de 16 anos procura a Unidade Básica de Saúde desacompanhado. Na consulta de enfermagem, relata uso de álcool, relações sexuais desprotegidas e conflitos familiares, comunica que as informações não podem ser compartilhadas com seus responsáveis. O enfermeiro não observa sinais evidentes de violência, mas identifica risco aumentado à saúde e vulnerabilidade social. Considerando as diretrizes do Ministério da Saúde e os princípios da atenção integral à saúde do adolescente, a conduta mais adequada é:
avaliar de forma ampliada os riscos e realizar orientações; não há necessidade de registrar no prontuário que o adolescente foi desacompanhado.
comunicar imediatamente os responsáveis legais, haja vista a vulnerabilidade social, o uso de álcool e as relações sexuais desprotegidas.
encaminhar compulsoriamente o adolescente para atendimento especializado em saúde mental devido às situações de conflitos familiares e exposição a situações de risco.
garantir sigilo absoluto, acionar outros pontos da rede de atenção, orientar ao adolescente que ele deve parar de usar álcool e que não pode mais ter relações sexuais desprotegidas.
respeitar a confidencialidade, realizar intervenções educativas e de redução de danos, e, de forma dialogada, avaliar a necessidade de articulação com a rede de proteção, conforme o grau de risco identificado.