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Diversas condições clínicas, tais como: queimaduras extensas, desidratação, diarreia, terapia com alta dosagem de corticoesteroides constituem fatores de risco para a ocorrência de distúrbios eletrolíticos, e o enfermeiro deve estar apto para identificar rapidamente os sinais e sintomas dessas alterações para o início precoce do tratamento.
Assim sendo, relacione as duas colunas apresentadas a seguir, associando o distúrbio hidroeletrolítico com os sinais e sintomas que o caracterizam.
I. Hipernatremia | ( ) fadiga, fraqueza muscular, náuseas, vômitos, íleo paralítico, alterações no eletrocardiograma: ondas T achatadas, ondas U proeminentes, depressão do ST, intervalo PR alongado. |
II. Hipopoassemia | ( ) sede, elevação da temperatura corporal, língua seca e edemaciada, convulsões focais simples ou tônico-clônicas, inquietação, irritabilidade, alucinações. |
III. Hipercalcemia | ( ) Irritabilidade neuromuscular, aumento dos reflexos tendinosos, elevação da pressão arterial, insônia, anorexia, vômitos, sinais de Trousseau e Chvosteck positivos, alterações no eletrocardiograma: ondas T achatadas ou invertidas, depressão do segmento ST, intervalo PR prolongado e complexo QRS alargado. |
IV. Hipomagnesemia | ( ) constipação intestinal, poliúria, polidipsia, desidratação, dor no flanco, hipertensão, reflexos tendinosos profundos hipoativos, dor óssea profunda, alterações no eletrocardiograma: segmento ST e intervalo QT encurtados, bradicardia, bloqueio atrioventricular. |
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dessa associação.
I, II, III, IV.
II, I, III, IV.
IV, III, II, I.
II, I, IV, III.
I, II, IV, III.