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Mãe, acompanhada de seu filho com 8 anos de idade, compareceu à unidade básica de saúde (UBS) relatando que, quando a criança ofereceu uma fruta ao macaquinho domiciliado na casa de um vizinho, havia sido arranhada pelo animal. Ao examinar a área machucada, o enfermeiro constatou a presença de 2 ferimentos, com 2 e 3 cm de extensão, no antebraço direito da criança compatíveis com arranhadura superficial.
Diante dessa situação, no que diz respeito à profilaxia da raiva humana, o Ministério da Saúde estabelece como conduta lavar os ferimentos com água e sabão e
orientar a mãe que não é necessária a aplicação da vacina ou soro antirrábicos.
manter a observação do animal por 10 dias. Caso este se mantenha vivo e saudável, encerrar o caso. Porém se o animal desaparecer ou apresentar sinais de raiva, iniciar a profilaxia com a vacina raiva inativada (VR), 4 doses (dias 0, 3, 7 e 14), e a administração, obrigatória de imunoglobulina humana antirrábica (IGHAR).
iniciar a profilaxia com a vacina raiva inativada (VR), 5 doses (dias 0, 3, 7, 14 e 21).
iniciar a profilaxia com a vacina raiva inativada (VR), 4 doses (dias 0, 3, 7 e 14) e a administração de soro antirrábico (SAR) ou imunoglobulina humana antirrábica (IGHAR).
iniciar a profilaxia com a vacina raiva inativada (VR), 5 doses (dias 0, 3, 7, 14 e 21) e a administração obrigatória de imunoglobulina humana antirrábica (IGHAR).