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Em uma Unidade Básica de Saúde, um usuário de 35 anos procura atendimento relatando insônia persistente, irritabilidade e sensação constante de cansaço. Durante o acolhimento, demonstra dificuldade em se expressar e refere estar “sem vontade de fazer nada”, embora negue ideação suicida no momento. O técnico de enfermagem, ao perceber mudanças no padrão habitual de comportamento do usuário em comparação com atendimentos anteriores, deve
priorizar a avaliação clínica de possíveis causas orgânicas, deixando a abordagem emocional para outro momento propício.
considerar a ausência de ideação suicida como indicativo de baixo risco, reduzindo a necessidade de acompanhamento imediato.
orientar o usuário a aguardar avaliação médica, evitando aprofundamento de questões subjetivas.
focar na queixa principal de insônia, sugerindo medidas gerais sem necessidade de articulação com a equipe.
realizar escuta qualificada, acolhê-lo e compartilhar as informações com a equipe para definição de condutas.