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Leia o caso a seguir.
Uma adolescente de 17 anos, primigesta, encontra-se no 10º dia pós-parto. Relata labilidade emocional, choro fácil, irritabilidade, maior sensibilidade a críticas e sensação de estar sobrecarregada. Nega ideação de morte ou sentimentos de rejeição ao recém-nascido. Dorme pouco em razão das demandas do bebê, mantém apetite preservado e nota melhora do humor com apoio familiar. Ao exame, apresenta-se orientada, cooperativa e sem sinais de delírios ou alucinações.
O quadro clínico desse caso representa:
depressão pós-parto.
blues puerperal.
psicose puerperal.
transtorno de ansiedade generalizada pós-parto.