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Uma paciente de 38 anos de idade, residente em área com alta densidade de infestação pelo mosquito Aedes aegypti, procura a Unidade de Pronto Atendimento apresentando um quadro clínico iniciado há quatro dias, caracterizado por febre alta de início súbito, cefaleia intensa e mialgia generalizada. Durante a triagem realizada pela equipe de enfermagem, a paciente relata o surgimento de dor abdominal intensa e contínua, acompanhada de episódios frequentes de vômitos que impedem a aceitação da hidratação por via oral. Ao realizar o exame físico, o profissional observa a presença de hipotensão postural e um aumento significativo da sensibilidade abdominal à palpação profunda. Diante da caracterização dos sinais de alarme, conforme os protocolos vigentes de manejo clínico do Ministério da Saúde, a classificação correta do caso e a conduta assistencial imediata a ser adotada pelo enfermeiro consistem no(a):
Classificação da paciente no Grupo C de manejo clínico, o que exige a instituição imediata de reposição volêmica por via intravenosa em unidade de observação hospitalar.
Enquadramento do caso clínico no Grupo B de risco, sendo necessária apenas a solicitação de exames laboratoriais básicos com liberação da paciente para domicílio.
Diagnóstico de dengue grave com necessidade direta de transferência para Unidade de Terapia Intensiva, independentemente da resposta à hidratação inicial.
Categorização da usuária no Grupo A de vigilância, priorizando a orientação para repouso absoluto e a manutenção exclusiva da hidratação oral vigorosa em casa.