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O sistema de vigilância sentinela de Síndrome Gripal (SG) e Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) desempenha um papel fundamental na identificação precoce da circulação de vírus respiratórios no território nacional, permitindo o monitoramento sistemático das cepas de influenza e outros agentes como o SARS-CoV-2. Em uma Unidade Básica de Saúde que atua como unidade sentinela, o enfermeiro deve estar atento aos critérios de definição de caso para a coleta de espécimes clínicos destinados ao diagnóstico laboratorial. Para um paciente que apresenta febre de início súbito, acompanhada de tosse e dor de garganta, sem critérios de gravidade, a coleta de secreção de nasofaringe para o isolamento viral ou detecção por RT-PCR deve ser realizada pelo profissional de saúde, preferencialmente, até o:
Segundo dia após o início dos primeiros sintomas relatados pelo paciente para garantir a viabilidade da amostra coletada pelo profissional.
Terceiro dia do curso clínico da doença, visando otimizar a carga viral presente nas mucosas respiratórias superiores durante o atendimento inicial.
Quinto dia após o surgimento das manifestações clínicas, momento em que a replicação viral atinge o seu pico máximo no trato respiratório superior.
Sétimo dia do início do quadro sintomático, respeitando os prazos estabelecidos pelos protocolos de vigilância sentinela para o monitoramento viral.