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Durante uma ação de busca ativa realizada pela Estratégia Saúde da Família, um técnico de enfermagem visita uma residência onde encontra uma criança de 2 anos com esquema vacinal incompleto. A mãe informa que não pretende completar a vacinação porque recebeu informações em redes sociais de que as vacinas podem causar doenças graves. Durante a conversa, o profissional identifica que outras duas famílias da mesma rua compartilham da mesma crença e também mantêm crianças sem vacinação.
Diante dessa situação, qual deve ser a conduta CORRETA do técnico de enfermagem?
Registrar a recusa da responsável e respeitar sua decisão, uma vez que a autonomia familiar prevalece sobre as estratégias de imunização coletiva desenvolvidas pelo serviço de saúde.
Orientar a mãe sobre a importância da vacinação, registrar a situação, informar a equipe de saúde e contribuir para o planejamento de ações educativas voltadas ao território, considerando o potencial risco coletivo decorrente da baixa cobertura vacinal.
Solicitar o comparecimento imediato da responsável à unidade de saúde para assinatura de termo formal de recusa, encerrando a abordagem domiciliar após a documentação da decisão.
Comunicar diretamente o caso ao Conselho Tutelar antes de qualquer intervenção educativa da equipe, uma vez que a não vacinação configura automaticamente situação de negligência.
Concentrar os esforços na atualização vacinal das crianças cujos responsáveis aceitem a imunização, pois a vigilância em saúde não atua sobre fatores comportamentais relacionados à adesão vacinal.