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Caso hipotético: M.L.S., 35 anos, técnica de enfermagem recém-admitida em um hospital público, comparece para avaliação do cartão de vacinas durante o processo admissional antes de iniciar suas atividades na unidade de pediatria oncológica. Durante a avaliação, verifica-se registro de apenas uma dose da vacina tríplice viral, administrada aos 20 anos de idade. A trabalhadora não apresenta contraindicações à vacinação.
Com base nas recomendações do Ministério da Saúde (2026) sobre a vacinação com a vacina tríplice viral, é CORRETO afirmar que M.L.S. deve:
ser considerada adequadamente vacinada, pois pessoas entre 30 e 59 anos de idade com uma dose comprovada da vacina tríplice viral possuem esquema vacinal completo.
receber uma segunda dose da vacina tríplice viral, completando o esquema recomendado para trabalhadores da saúde, respeitando o intervalo mínimo entre as doses.
reiniciar o esquema vacinal, recebendo duas novas doses da vacina tríplice viral, pois irá exercer atividades assistenciais em unidade de pediatria e em contato com imunodeprimidos.
receber a vacina tríplice viral somente em caso de surto de sarampo na instituição onde irá trabalhar.
receber uma segunda dose da vacina tríplice viral apenas após comprovação sorológica de ausência de imunidade para sarampo, caxumba e rubéola.