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Leia o relato a seguir: Durante uma operação em área remota da Amazônia, um soldado sof...

Leia o relato a seguir:


Durante uma operação em área remota da Amazônia, um soldado sofreu um ferimento por arma de fogo na face posterior da coxa direita, aproximadamente, 15 cm acima da prega poplítea. Ao realizar a avaliação do ferimento, o militar enfermeiro observou a inexistência de fratura óssea e a presença de sangramento abundante com características de hemorragia arterial. Inicialmente, conforme protocolo, aplicou compressão direta sobre o ferimento, sem êxito, então, por se tratar de sangramento exsanguinante, aplicou o torniquete comercial disponível e, entre outros cuidados, providenciou o transporte da vítima para a unidade hospitalar mais próxima, distante cerca de 2 horas do local em que a vítima se encontrava.


Diante da situação hipotética apresentada, é correto afirmar que o torniquete deve ser


A

mantido no local onde foi aplicado, até que a vítima receba os cuidados definitivos na unidade hospitalar.


B

removido e substituído por curativo compressivo, após 30 minutos, independentemente de a vítima apresentar sinais de choque.


C

acompanhado da elevação do membro afetado, quando a aplicação deste não interromper completamente a hemorragia.


D

aplicado, de 5 a 7 cm, em posição distal ao ferimento.


E

substituído por curativo compressivo com gazes, mesmo na presença de hemorragia grave, caso, durante o transporte, o tempo de aplicação do torniquete exceda 1 hora.