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Um aluno da Escola de Formação de Sargentos do Exército recebeu o diagnóstico de coqueluche. Uma vez que o paciente residia em alojamento coletivo dentro do quartel, a equipe de vigilância epidemiológica do município informou a organização militar sobre o caso e solicitou sua colaboração para a busca ativa de casos e a aplicação das medidas de prevenção e controle da doença entre os militares que servem no quartel.
Designado para essa missão, o 1o tenente QCO enfermeiro deve saber que, de acordo com orientação do Ministério da Saúde,
considera-se como contato de coqueluche toda pessoa que tenha convivido com o doente por mais de 1 hora em ambiente fechado, a uma distância de, no máximo, 5 metros, ou quando houve contato direto com suas secreções ao tossir, espirrar ou compartilhar utensílios, no período de 5 dias a partir do início da tosse do doente.
todos os contatos próximos, independentemente de elegíveis ou não para receber a quimioprofilaxia, devem ser monitorados por 21 dias a partir da última exposição ao caso confirmado de coqueluche, a fim de avaliar a manifestação de sinais e sintomas compatíveis com a doença.
considera-se como caso confirmado de coqueluche, por critério laboratorial, todo indivíduo, vacinado ou não contra a doença, que apresenta tosse há mais de 14 dias e IGG positiva, independentemente da sua titulação.
os pacientes com coqueluche, não hospitalizados, devem ser afastados de suas atividades habituais, por 3 dias, após o início do tratamento com antibióticos.
todos os servidores do quartel, militares ou civis, identificados como casos suspeitos (com ou sem sintomas) ou contatos do caso de coqueluche deverão receber uma dose da vacina Tríplice Bacteriana Acelular (dTPa), em até 72 horas após o contato, independentemente do seu status vacinal.