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Na sala de emergência do ambulatório de saúde da empresa, o enfermeiro admitiu um funcionário da administração, inconsciente, transportado por colegas. Os acompanhantes informaram que a vítima, enquanto digitava dados, desmaiara após referir mal-estar. Ao prestar atendimento de emergência, entre outras ações, o enfermeiro instalou o monitor/desfibrilador e obteve o seguinte traçado:

(UNA-SUS)
Frente à situação apresentada, o enfermeiro deve considerar que o traçado (T) obtido e a conduta (C) a ser adotada, de forma imediata e prioritariamente, são:
T = taquicardia ventricular sem pulso; C = administrar 1 mg de epinefrina por via endovenosa.
T = atividade elétrica sem pulso; C = administrar 300 mg de amiodarona, em bolus.
T = fibrilação ventricular; C = administrar 0,1 g de adrenalina, por via endovenosa.
T = taquicardia ventricular sem pulso; C = realizar a desfibrilação, aplicando choque com carga de 360 j, se disponível desfibrilador monofásico.
T = atividade elétrica sem pulso; C = realizar a desfibrilação, aplicando choque com carga de 120 j, se utilizado um desfibrilador bifásico.