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Durante a avaliação de enfermagem de um paciente internado por quadro de dispneia e tosse produtiva há sete dias, o enfermeiro realizou o exame físico respiratório. Na inspeção, observou discreta assimetria dos movimentos respiratórios, com menor expansibilidade do hemitórax direito. À palpação, identificou aumento do frêmito toracovocal na região infraclavicular direita. À percussão, observou som submaciço na mesma região. Na ausculta pulmonar, verificou redução dos murmúrios vesiculares associada à presença de ruídos adventícios inspiratórios descontínuos localizados. Os sinais vitais mostravam frequência respiratória de 26 irpm e saturação periférica de oxigênio de 92% em ar ambiente.
Os achados obtidos pelo enfermeiro, durante o exame físico respiratório, indicam que o/a
associação entre aumento do frêmito toracovocal, submacicez à percussão, redução localizada dos murmúrios vesiculares e ruídos adventícios inspiratórios sugere alteração focal do parênquima pulmonar.
aumento do frêmito toracovocal observado na região infraclavicular direita atesta redução da transmissão das vibrações sonoras, sendo compatível com acúmulo de líquido no espaço pleural.
diminuição da expansibilidade torácica associada à redução dos murmúrios vesiculares sugere retenção aérea pulmonar, sendo esperado encontrar hipersonoridade à percussão e redução do frêmito toracovocal.
presença de ruídos adventícios inspiratórios descontínuos associada à taquipneia e à dessaturação caracteriza exclusivamente doença obstrutiva das vias aéreas inferiores.
submacicez à percussão, associada à assimetria dos movimentos respiratórios, sugere diminuição da densidade pulmonar local, justificando a redução dos murmúrios vesiculares observada.