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Uma mulher de 68 anos, com câncer de pulmão metastático, apresenta progressão da doença apesar de três linhas de tratamento oncológico. Encontra-se funcionalmente limitada, com dispneia aos mínimos esforços, dor moderada e perda significativa de peso. Durante a consulta, afirma: “Não quero mais tratamentos que prolonguem meu sofrimento, mas tenho medo de abandonar minha família”.
Considerando os princípios dos cuidados paliativos, a conduta mais adequada é:
Integrar precocemente cuidados paliativos, realizando controle de sintomas, comunicação sobre prognóstico, definição de objetivos terapêuticos e suporte à família.
Suspender imediatamente todos os medicamentos e encaminhar a paciente exclusivamente para cuidados de fim de vida.
Manter apenas o tratamento oncológico, pois a suspensão poderia significar abandono terapêutico.
Evitar discutir prognóstico, pois essa abordagem pode aumentar ansiedade e sofrimento psicológico.