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Um paciente de 82 anos, internado por acidente vascular...

Um paciente de 82 anos, internado por acidente vascular cerebral isquêmico, apresenta disfagia grave e prescrição de terapia nutricional enteral por sonda nasoenteral, com posicionamento pós-pilórico.

A Enfermeira realizou a passagem da sonda às cegas, à beira-leito. Durante a inserção, o paciente apresentou tosse breve, sem queda de saturação. Após a passagem, a equipe obteve pequena quantidade de aspirado pela sonda, com pH 6,5. A auscultação epigástrica após insuflação de ar é audível. A radiografia solicitada para confirmação do posicionamento ainda não foi realizada.

Considerando os testes para avaliação do posicionamento de sonda nasoenteral passada às cegas e a segurança do paciente, analise as afirmativas a seguir.

I. Antes do primeiro uso da sonda nasoenteral passada às cegas, a confirmação radiológica do trajeto e da localização da extremidade distal é o método de referência, especialmente quando se pretende posicionamento pós-pilórico.

II. A auscultação epigástrica após insuflação de ar, mesmo quando associada à ausência de tosse persistente ou dessaturação, não é suficiente para confirmar o posicionamento enteral seguro da sonda.

III. A mensuração do pH do aspirado e a capnografia/detector colorimétrico de CO2 podem auxiliar a avaliação inicial, mas não confirmam isoladamente a localização enteral final nem autorizam, sem confirmação adequada, o início da dieta em sonda com objetivo pós-pilórico.

Está correto o que se afirma em


A

I, apenas.


B

I e II, apenas.


C

I e III, apenas.


D

II e III, apenas.


E

I, II e III.