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Em uma unidade de clínica médica, um enfermeiro prepara a administração de um medicamento de alta vigilância para um paciente internado. Ao chegar ao leito, encontra o paciente consciente e orientado, porém sem pulseira de identificação, que havia sido retirada durante um exame. O profissional reconhece o paciente por acompanhá-lo há vários dias e, ao confirmar verbalmente apenas o primeiro nome, percebe que a resposta é compatível com a prescrição. Nesse momento, o acompanhante informa que, no mesmo quarto, há outro paciente com nome semelhante. De acordo com as
estratégias para segurança do paciente, a conduta mais segura é:
Administrar o medicamento, pois o enfermeiro já conhece o paciente e confirmou verbalmente seu primeiro nome antes do procedimento.
Solicitar aos demais pacientes do quarto que confirmem a identidade do paciente e, diante dessa confirmação, realizar a administração do medicamento.
Adiar a administração até que o médico responsável esteja presente para confirmar a identidade do paciente, uma vez que a identificação é atribuição compartilhada da equipe multiprofissional.
Restabelecer a identificação do paciente, utilizando identificadores seguros, antes da administração do medicamento, mesmo que isso gere atraso no procedimento.
Registrar a ausência da pulseira no prontuário e administrar o medicamento, uma vez que o risco de atraso terapêutico é superior ao risco de erro de identificação.