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Com relação à biomecânica e da cinemática do trauma facial, levando em conta a anatomia óssea da face, os vetores de impacto e sua relação com a dissipação de energia e o risco de lesões associadas, assinale a alternativa incorreta.
O osso frontal é o menos espesso da face, apresentando menor tolerância aos impactos e menor resistência ao trauma.
Os impactos laterais na face estão associados a maior frequência de fraturas quando comparados aos impactos frontais.
Devido à conformação anatômica da face e à transmissão de energia do impacto, as fraturas faciais podem ser consideradas indicativas para ocorrência de traumatismo cranioencefálico (TCE).
Os ossos da face, por serem parcialmente preenchidos por ar, funcionam como um coxim de proteção, auxiliando na absorção e dissipação da energia do impacto, contribuindo para a proteção do encéfalo.