

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
A coleta de sangue na placenta poderá ser realizada com a placenta ainda in útero ou após a sua dequitação (ex-útero). Se optar pela coleta ex-útero, a placenta deverá ser suspensa por um membro da equipe, com auxílio de compressas de gaze, favorecendo a gravidade. A retirada da placenta quando manual deverá ser cuidadosa, visto que a fragmentação da mesma acarreta em perdas significativas de sangue de cordão.
Uma ação específica do enfermeiro na fase pós-TCTH é preparar o paciente para a alta hospitalar. Orientação sobre as medicações orais (nome, dose, frequência) e esclarecimento sobre possíveis efeitos colaterais; como proceder na vigência de febre; cuidados com o cateter venoso central; higiene corporal do paciente e do ambiente; importância de alimentar somente quando solicitado pelo paciente; estimulação de atividades físicas e convívio social, ressaltando que seja evitado o contato com indivíduos portadores de doenças infecto-contagiosas, e aglomerações.
As infecções estão entre as principais complicações agudas pós-TCTH e exige as seguintes ações de enfermagem para o seu controle: monitoração e controle dos efeitos colaterais das drogas imunosupressoras, controle da curva térmica e do balanço hídrico, monitoração dos níveis séricos de ciclosporina, enzimas hepáticas e coagulograma.
São candidatas à doação de SCUP as gestantes que satisfaçam pelo menos uma das seguintes condições: idade entre 18 e 36 anos, inclusive, que tenha se submetido, no mínimo, a duas consultas pré-natais documentadas; idade gestacional igual ou superior a 35 semanas, peso fetal igual ou superior a 2.000 g, bolsa rota há menos de 12 horas, trabalho de parto sem anormalidade, ausência de processos infecciosos durante a gestação e doenças que possam interferir com a vitalidade placentária.
O consentimento livre e esclarecido não pode ser obtido de pessoas com deficiências psíquicas, enfermidade mental ou qualquer outra causa ou motivo que possa comprometer a garantia dos princípios bioéticos.
Recomenda-se que as células-tronco provenientes de cordão umbilical e placentário, depois de descongeladas, sejam infundidas por meio de equipo parenteral sem filtro.
Pacientes masculinos com idades variando até 85 anos, com infiltração medular neoplásica, com funções cardíaca, renal, hepática e pulmonar normais, com diagnóstico de mieloma múltiplo, são elegíveis para o transplante autogênico (TMO). As células são obtidas do próprio paciente e reinfundidas após aplicação de quimioterapia em doses supraletais, mieloablativas, potencialmente curativas, associada ou não à irradiação corporal total.
O procedimento de aspiração e coleta da medula óssea do doador é realizado no centro cirúrgico, com técnicas assépticas. Além do profissional médico na sala deve ter apenas um enfermeiro que participa ativamente na homogeneização, instrumentação e filtragem.
A doença venoclusiva hepática (DVOH) é uma complicação decorrente da pega do enxerto (medula), que necessita de cuidados intensivos. São considerados fatores de risco a história prévia de hepatite viral, a alteração da função hepática, o TCTH com doadores não aparentados, o uso de agentes imunossupressores e o uso de vancomicina e anfotericina
Entre as ações de enfermagem para o preparo e a coleta do aspirador medular incluem orientar o paciente quanto ao procedimento de punção de medula óssea e a coleta da amostra medular, heparinizar as seringas de 20 mL que serão utilizadas para aspiração do material medular, preparar o material de oxigenoterapia e promover atendimento eficaz em caso de intercorrências.
O transplante de fígado é indicado para tratar a doença hepática em estágio terminal, quando não há nenhuma outra forma de tratamento disponível. Quanto a esse procedimento, assinale a alternativa correta.
O sucesso do transplante do fígado depende do estado geral do paciente, da doença de base, da imunossupressão bem sucedida.
As infecções são as causas mais comuns de complicações e óbito, sendo causadas, unicamente, pelo excesso de manipulação do paciente.
O paciente transplantado pode desenvolver coagulopatias, hipertensão porta e fibrinólise, o que leva à coagulação sanguínea, resultando em lesão isquêmica do fígado.
No pós–operatório imediato, o controle dos sinais vitais deve ser realizado em intervalos regulares e pequenos, e o controle glicêmico, em intervalo de quinze dias do procedimento cirúrgico.
Ao sair do bloco cirúrgico, o paciente é extubado, pois o risco de atelectasia nesse tipo de cirurgia é ínfimo.