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Entre os valores que fundamentam a Política Nacional de Promoção da Saúde (PNPS), o que trata da autopercepção de satisfação, construída nas relações entre sujeitos e coletivos, que contribui na capacidade de decidir como aproveitar a vida e como se tornar ator partícipe na construção de projetos e intervenções comuns para superar dificuldades individuais e coletivas mediante o reconhecimento de potencialidades é a:
a justiça social
humanização
felicidade
ética
Com relação à Política Nacional de Promoção da Saúde (PNPS), assinale a alternativa correta.
Não há possibilidade de registrar atividades de Promoção da Saúde em sistemas de informação e por isso, as pesquisas que medem impacto das ações são frágeis
São práticas realizadas apenas pelo setor saúde, não se relacionando com outros setores que influenciam no bem-estar e na qualidade de vida das pessoas
Segue a lógica de redes que favoreçam práticas de cuidado humanizadas, mas não inclui o saber popular e tradicional, pois se baseia no conhecimento científico visando melhores resultados
A participação e controle social se refere à aceitação e obediência dos sujeitos às decisões de políticas públicas definidas pelos governantes
Inclui a promoção da cultura da paz e de direitos humanos - ações que estimulem a convivência, a solidariedade, o respeito à vida e o fortalecimento de vínculos, contribuindo para a redução das violências e para a cultura de paz
A Política Nacional de Promoção da Saúde elencou temas prioritários que acabaram embasando ao longo dos anos as ações de promoção em todas as esferas do SUS. São eles:
1. Imunização, que visa minimizar a volta de epidemias no território nacional.
2. Alimentação adequada e saudável, que compreende promover ações visando à promoção da saúde e à segurança alimentar e nutricional.
3. Práticas corporais e atividades físicas, que compreende promover ações, aconselhamento e divulgação de práticas corporais e atividades físicas, incentivando a melhoria das condições dos espaços públicos, considerando a cultura local e incorporando brincadeiras, jogos, danças populares, dentre outras práticas.
4. Enfrentamento do uso do tabaco e seus derivados, bem como o enfrentamento do uso abusivo de álcool e outras drogas.
5. Controle da Hipertensão e do Diabetes, com visitas à redução de doenças cardiovasculares.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Para o Ministério da Saúde, a promoção da saúde
inclui estratégia de alimentação saudável para redução da pobreza.
envolve diversos setores da administração pública e não o setor privado.
tem o foco em reabilitar pacientes para o trabalho e lazer.
tem como base os setores de saúde da Atenção Terciária de alta complexidade.
significa manter a saúde da população sadia e não engloba os casos de tabagismo e alcoolismo.
Sobre a vigilância para a promoção da saúde é correto afirmar, EXCETO:
na XXI Assembleia da Organização Mundial da Saúde, de 1968, a vigilância passou a ser definida como sinônimo de epidemiologia.
a vigilância à saúde territorializada deve ultrapassar as unidades de saúde e articular inovações em saúde.
a Lei nº 8.080, de setembro de 1990, significou a institucionalização da vigilância em uma perspectiva mais abrangente no Brasil.
a promoção da saúde parte de uma concepção restrita do processo saúde-doença e de seus determinantes, refletindo um alinhamento à ascendente medicalização da vida social.
o conceito ampliado de saúde, a partir da criação do Sistema Único de Saúde, gerou discussões sobre a reorganização da vigilância epidemiológica, tornando possível conceber uma proposta de ação baseada na vigilância em saúde.
A Promoção da Saúde tem como marco teórico contemporâneo a 1ª Conferência Internacional de Promoção da Saúde, que aconteceu em 1986 na cidade de Otawa, Canadá. No Brasil, como referência, tem-se a Política Nacional de Promoção da Saúde de 2006, que contém diretrizes, valores, objetivos e competências para todas as esferas de gestão do setor. Com o surgimento de novos desafios e demandas nacionais e internacionais, o Ministério da Saúde sentiu a necessidade de revisar e atualizar essa política, por meio da Portaria n. 2.446/2014. Nessa atualização da politica, são descritos como valores fundantes:
a promoção da saúde durante mobilidade segura no trânsito das grandes cidades, nos diversos municípios brasileiros e em regiões de fronteiras.
a inclusão social com ações que garantam benefícios a todas as pessoas, a vida em sociedade visando à redução de iniquidades.
a territorialização das ações e a programação de intervenções em saúde para o perfeito e equânime desenvolvimento de ações intra e intersetoriais.
a produção de saúde e o cuidado com a incorporação da lógica das Redes de Atenção á Saúde.
De acordo com a Política Nacional de Promoção da Saúde ... o desafio colocado para o gestor federal do SUS consiste em propor uma política:
Universal, Igualitária e humanitária.
Hierarquizada, regional e integral.
Equânime, não governamental, sanitária.
Transversal, integrada e intersetorial.
Corresponsável, governamental e municipal.
Assinale a alternativa que apresenta uma diretriz da Política Nacional de Promoção da Saúde do Ministério da Saúde.
Divulgar e informar as iniciativas voltadas para a promoção da saúde para profissionais de saúde, gestores e usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), considerando metodologias participativas e o saber popular e tradicional.
Estruturar e fortalecer as ações de promoção da saúde no SUS, privilegiando as práticas de saúde sensíveis à realidade do Brasil.
Apoiar estados e municípios que desenvolvam ações voltadas para a implementação da estratégia global, vigilância e prevenção de doenças e agravos não transmissíveis.
Apoiar a criação de observatórios de experiências locais referentes à promoção da saúde.
Criar e divulgar a rede de cooperação técnica para promoção da saúde.
A ampliação do comprometimento e da coresponsabilidade entre trabalhadores da saúde e usuários em relação ao território em que se situam altera os modos de atenção e de gestão dos serviços de saúde, uma vez que a produção de saúde torna-se indissociável da produção de subjetividades mais ativas, críticas, envolvidas e solidárias e, simultaneamente, exige a mobilização de recursos políticos, humanos e financeiros que extrapolam o âmbito da saúde. Assim, coloca-se ao setor Saúde o desafio de construir a intersetorialidade e a integralidade como uma forma de pensar os processos de trabalho em saúde. A respeito dessa afirmativa, exposta pelo Ministério da Saúde na Política Nacional de Promoção da Saúde, assinale a alternativa INCORRETA:
o processo de construção de ações intersetoriais implica na troca e na construção coletiva de saberes, linguagens e práticas entre os diversos setores envolvidos na tentativa de equacionar determinada questão sanitária, de modo que seja possível produzir soluções inovadoras quanto à melhoria da qualidade de vida e isto não é da competência do conceito de saúde e das proposições acerca dos processos de trabalho em saúde;
compreende-se intersetorialidade como uma articulação das possibilidades dos distintos setores de pensar a questão complexa da saúde, de co-responsabilização pela garantia da saúde como direito humano e de cidadania e de mobilizar-se na formulação de intervenções que propiciem níveis setoriais de promoção da saúde e da garantia social de trabalho;
não compete a tarefa de convocar os outros setores a considerar a avaliação e os parâmetros sanitários quanto à melhoria da qualidade de vida da população quando forem construir suas políticas específicas do setor saúde nas várias esferas de decisão intersetorial visando à manutenção do trabalho enquanto direito social;
Ao setor terciário – saúde, na articulação intersetorial cabe tornar cada vez mais visível o processo saúde-adoecimento e os seus efeitos, sendo pertinente aos setores produtivos econômicos da sociedade compor a agenda de planejamento em saúde e decidir sobre as políticas públicas de promoção da saúde no Brasil reordenando o direito social ao trabalho.
A Política Nacional de Promoção da Saúde descreve ações para a redução da morbi-mortalidade em decorrência do uso abusivo de álcool e outras drogas, e tem por finalidade
investir em ações que denigram a participação e acesso de crianças e adolescentes quanto o uso abusivo de álcool e suas conseqüências.
desenvolver iniciativas de redução de danos pelo consumo de álcool e outras drogas que envolvam parcerias com as indústrias fabricantes de bebidas alcoólicas.
liberar o acesso de bebidas alcoólicas de acordo com o perfil epidemiológico de dado território, protegendo apenas segmentos vulneráveis e priorizando situações de violência e danos sociais.
investir no aumento de informações veiculadas pela mídia quanto aos riscos e danos envolvidos na associação entre o uso abusivo de álcool e outras drogas bem como acidentes e violências.
produzir e distribuir material educativo para orientar e sensibilizar a população sobre os benefícios e malefícios do uso abusivo do álcool.