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A temperatura axilar de 37,8 °C em adulto é considerada febre, mas valores entre 37,0 °C e 37,7 °C podem indicar hipertermia ou resposta inflamatória inicial, o que exigirá uma interpretação clínica junto a outros sinais vitais.
Certo
Errado
Na conferência dos registros de temperatura da câmara de conservação de vacinas de uma unidade de saúde, o técnico de enfermagem identifica oscilação térmica entre +2 ºC e –1 ºC por aproximadamente 1 hora. As vacinas permaneceram no equipamento, sem registro de intercorrência ou conduta adotada.
Diante dessa situação, deve-se considerar que
a potência imunológica de vacinas sensíveis ao congelamento pode ter sido comprometida, sendo necessária avaliação antes de sua utilização.
a exposição a temperaturas negativas não compromete a maioria das vacinas, sendo possível manter sua utilização sem restrições.
o curto período de exposição a temperaturas negativas não interfere na estabilidade das vacinas.
a reorganização do equipamento e o retorno à faixa adequada de temperatura asseguram a manutenção da qualidade das vacinas.
a validade indicada pelo fabricante garante a eficácia das vacinas, mesmo após variações térmicas fora da faixa recomendada.
De acordo com a Cartilha de Ergonomia do Ministério da Saúde, 2020, a temperatura do ambiente de trabalho deve ser regulada, conforme a ISO 9241, entre
19°C e 22°C.
22°C e 27°C.
25°C e 30°C.
23°C e 25°C.
20°C e 23°C.
Sobre a conservação das vacinas na sala de imunização, assinalar a alternativa CORRETA.
As vacinas devem ser armazenadas entre +2°C e +8°C.
As vacinas podem ser mantidas na porta do refrigerador.
A temperatura de armazenamento das vacinas não necessita de monitoramento diário.
O congelamento não compromete a eficácia vacinal.
Durante a admissão de um paciente adulto em unidade de clínica médica, o técnico de enfermagem identifica temperatura axilar de 38,4 °C, frequência cardíaca de 108 bpm, frequência respiratória de 24 irpm e pressão arterial de 118 × 76 mmHg. O conjunto de dados indica, principalmente:
febre associada a taquicardia e taquipneia.
hipotermia associada a bradicardia e eupneia.
normotermia associada a taquicardia e apneia.
febre associada a bradicardia e bradipneia.


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A conservação adequada de imunobiológicos é fundamental para manter a potência vacinal e garantir a efetividade da imunização. O enfermeiro responsável pela sala de imunização deve dominar os procedimentos de armazenamento, monitoramento da cadeia de frio, verificação de integridade das vacinas e reconhecimento de situações que comprometem a qualidade dos imunobiológicos. A detecção precoce de falhas na cadeia de frio, como congelamento acidental ou elevação de temperatura, e a adoção de medidas imediatas de descarte ou retenção de vacinas são essenciais para prevenir a administração de imunobiológicos comprometidos. Considerando esse contexto de responsabilidade profissional e segurança do paciente, analise as afirmações a seguir e registre (V), para as verdadeiras, e (F), para as falsas.
(__) A temperatura ideal para conservação de vacinas em geladeira é entre 2°C e 8°C, e o monitoramento diário com termômetro de máxima e mínima é obrigatório.
(__) Vacinas que sofreram congelamento acidental devem ser reutilizadas normalmente, pois o congelamento não afeta a potência de imunobiológicos.
(__) O enfermeiro deve verificar data de validade, integridade da embalagem e aspecto físico da vacina antes de administrar qualquer imunobiológico.
(__) A via de administração pode ser modificada conforme preferência do paciente, desde que a dose permaneça a mesma.
(__) Pacientes que apresentam reação anafilática após vacinação devem ser observados por no mínimo 30 minutos com acesso a medicações de emergência.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima.
F, V, V, F, F.
V, V, F, F, V.
V, F, V, F, V.
F, F, V, V, F.
V, F, F, V, V.
Na cadeia de frio da sala de vacinas, a faixa de temperatura recomendada para conservação de imunobiológicos na câmara/refrigerador é, em condições rotineiras:
0 °C a +5 °C.
+2 °C a +8 °C.
−2 °C a +2 °C.
+5 °C a +15 °C.
−8 °C a −2 °C.
Durante a verificação dos sinais vitais em um adulto em repouso, o técnico de enfermagem identifica temperatura corporal medida por via axilar, sem uso prévio de antitérmicos e em ambiente com temperatura controlada. Considerando os parâmetros técnicos adotados na prática assistencial, é correto afirmar que a faixa de normotermia corresponde a:
Valores inferiores a 35,5°C, caracterizando hipotermia leve fisiológica.
Valores entre 35,5°C e 35,9°C, considerados normais em adultos jovens.
Valores entre 36,0°C e 37,2°C, compatíveis com normotermia pela via axilar.
Valores iguais ou superiores a 37,5°C, indicativos de febre baixa compensada.
Valores acima de 38,5°C, compatíveis com resposta térmica adaptativa.
Durante a avaliação de pacientes em uma unidade hospitalar, um enfermeiro realiza o monitoramento rigoroso da temperatura corporal ao longo do dia, registrando padrões distintos de variação febril. A análise da curva térmica é fundamental para auxiliar na suspeita clínica de diferentes processos infecciosos e inflamatórios. Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando os tipos de febre às suas respectivas características semiológicas.
Coluna 1
1. Febre contínua.
2. Febre remitente.
3. Febre intermitente.
4. Febre recorrente (ondulante).
Coluna 2
( ) Caracteriza-se por elevação persistente da temperatura corporal, com pequenas variações diárias inferiores a 1 °C, sem retorno aos valores normais.
( ) Apresenta episódios de elevação da temperatura intercalados com períodos em que a temperatura retorna ao padrão normal.
( ) Mantém-se elevada ao longo do dia, com variações superiores a 1 °C, porém sem atingir valores normais.
( ) Evidencia episódios febris separados por intervalos de dias ou semanas em que o paciente permanece afebril.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
1 – 3 – 2 – 4.
2 – 1 – 4 – 3.
3 – 4 – 1 – 2.
4 – 2 – 3 – 1.
A temperatura corporal reflete o equilíbrio entre produção e perda de calor no organismo humano. Nesse sentido, é correto afirmar que:
A febre caracteriza-se por diminuição da temperatura corporal abaixo dos valores normais.
A hipotermia ocorre quando a temperatura corporal se mantém persistentemente elevada.
Alterações na temperatura podem indicar processos infecciosos ou inflamatórios.
A temperatura corporal não sofre influência de fatores ambientais ou metabólicos.


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Um dos cuidados que a equipe de saúde deve ter no pós-PCR de um paciente adulto é manter o controle da temperatura corporal e prevenir a ocorrência de febre.
Nesse caso, quando o foco é a prevenção da hipertermia, deve-se atuar para manter a temperatura corporal do paciente entre
32 ºC e 34 ºC.
33 ºC e 35 ºC.
34,5 ºC e 36 ºC.
35 ºC e 36,5 ºC.
36 ºC e 37,5ºC.
O técnico de enfermagem é responsável pela conservação adequada dos imunobiológicos na sala de vacinas. Durante a rotina diária, ele verifica a temperatura da geladeira exclusiva para vacinas e identifica que o termômetro registra +10°C, acima da faixa recomendada. Considerando as normas técnicas do Programa Nacional de Imunizações (PNI) do Ministério da Saúde, qual é a conduta CORRETA que o técnico deve adotar imediatamente?
Desligar a geladeira por 2 horas para resfriamento adequado, organizar as vacinas em caixa térmica com gelo reciclável durante esse período, religar o equipamento e retornar as vacinas quando a temperatura estiver entre +2°C e +8°C.
Descartar imediatamente todas as vacinas armazenadas na geladeira, pois qualquer exposição a temperatura acima de +8°C torna os imunobiológicos inutilizáveis e representa risco à segurança dos pacientes, conforme determinação da ANVISA para produtos termolábeis.
Transferir todas as vacinas imediatamente para outra geladeira com temperatura adequada, aplicar as vacinas normalmente nos pacientes agendados, e registrar o ocorrido apenas no livro de ocorrências interno da unidade de saúde.
Manter as vacinas na geladeira sem abrir a porta, comunicar imediatamente o responsável técnico, preencher formulário de notificação de desvio de temperatura, e aguardar orientação sobre avaliação da viabilidade dos imunobiológicos antes de descartá-los ou utilizá-los.
Segundo o Protocolo de Suporte Básico de Vida para Serviço de Atendimento Médico de Urgência (SAMU), um cuidado a ser realizado no atendimento a um paciente com hipotermia é:
avaliar pulso periférico e perfusão, sensibilidade e mobilidade.
utilizar compressas quentes e massagear as extremidades para aquecer.
remover as roupas frias e molhadas para instituir queda adicional da temperatura.
manter o paciente na posição ortostática para diminuir o risco de convulsões.
evitar manuseio brusco com o paciente para não desencadear arritmia cardíaca.
Em uma sala de vacinação, durante a conferência de rotina do refrigerador, o técnico de enfermagem identificou que a temperatura registrada nas últimas duas horas atingiu 10 °C, ultrapassando o limite recomendado para conservação de imunobiológicos. Considerando as normas do Programa Nacional de Imunizações (PNI), a conduta mais adequada é:
descartar imediatamente todos os imunobiológicos expostos à temperatura inadequada, independentemente de avaliação técnica.
manter as vacinas sob refrigeração e utilizá-las normalmente, pois pequenas variações térmicas não interferem na potência imunológica.
transferir as vacinas para outro refrigerador e manter a administração, registrando apenas a intercorrência no controle interno.
administrar prioritariamente as vacinas mais sensíveis ao calor para evitar perdas adicionais.
suspender temporariamente o uso das vacinas expostas, comunicar o responsável técnico e aguardar orientação quanto à avaliação da viabilidade dos imunobiológicos.
No âmbito da organização da Rede de Frio, a manutenção da potência imunogênica das vacinas depende do controle rigoroso da temperatura de armazenamento nas instâncias locais de saúde. Considerando as recomendações do Programa Nacional de Imunizações (PNI) para geladeiras de uso rotineiro, a faixa de temperatura que assegura a estabilidade e a eficácia dos imunobiológicos é:
Entre –10°C e –20°C, indicada para conservação prolongada de vacinas virais.
Entre 0°C e +2°C, faixa aceitável para vacinas termossensíveis em uso contínuo.
Entre +10°C e +15°C, suficiente para imunobiológicos inativados.
Entre +2°C e +8°C, monitorada continuamente para evitar congelamento ou superaquecimento.
Entre +20°C e +25°C, considerada temperatura ambiente controlada.


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Uma temperatura elevada, geralmente causada por febre, mas ocasionalmente por hipertermia, é um dos sintomas mais comuns de doença em crianças. Considerando a importância do controle térmico na assistência de enfermagem em pediatria, de acordo com Hockenberry (2023), marque a alternativa CORRETA.
Na pediatria, a febre é considerada um indicador confiável de diagnóstico e prognóstico, reforçando a importância do acompanhamento da curva térmica. O aumento da temperatura e a resposta ineficaz aos antipiréticos indicam a gravidade ou a etiologia da infecção.
No contexto de hipertermia, medidas de alívio incluem intervenção farmacológica e ambiental. Visto à gravidade, o uso de antipiréticos é recomendado, devido à alteração no ponto de ajuste da temperatura no nível do hipotálamo.
A principal razão para o tratamento da febre é o alívio do desconforto. No entanto, crianças com doença cardiopulmonar ou imunocomprometidas podem não tolerar o aumento da demanda metabólica da febre e devem receber terapia antipirética.
A aplicação de compressas frias na pele ajuda a reduzir a temperatura central. O enfermeiro pode utilizar essa medida de resfriamento na hipertermia, visando estimular os efeitos benéficos dos tremores e calafrios, os quais promovem uma vasoconstrição superficial e consequente redução da temperatura corporal.
Na gestão da cadeia de frio de imunobiológicos, o equipamento de refrigeração apresenta falha com temperatura atingindo +12 ºC por período de 4 horas. Segundo normas técnicas do PNI, a conduta adequada do enfermeiro responsável pela sala de vacinação em relação aos imunobiológicos que estavam armazenados nessa temperatura é:
descartar imediatamente todos os imunobiológicos expostos.
utilizar normalmente, pois temperatura não ultrapassou +15°C.
congelar os imunobiológicos para recuperação da potência.
transferir para outro refrigerador sem necessidade de notificação.
manter sob refrigeração adequada e notificar instância superior para avaliação.
Durante supervisão da sala de vacina em uma Unidade Básica de Saúde, o Enfermeiro responsável identifica que o termômetro de máxima e mínima registra temperatura de +10,2 °C, sem registros contínuos nas últimas 12 horas. A equipe informa que houve abertura frequente da geladeira devido à alta demanda e ausência de monitoramento adequado. Considerando as normas do Programa Nacional de Imunizações e as boas práticas de conservação de imunobiológicos, o Enfermeiro necessita adotar conduta imediata e estratégica para garantir a segurança do processo vacinal, devendo, assim:
Manter o uso dos imunobiológicos, uma vez que ainda se encontram dentro de equipamento refrigerado, e registrar apenas a intercorrência no livro de ocorrência.
Descartar imediatamente todos os imunobiológicos expostos, independentemente de avaliação técnica, para evitar risco sanitário.
Utilizar os imunobiológicos prioritariamente em campanhas extramuros, onde há menor risco de controle térmico rigoroso.
Suspender imediatamente o uso das vacinas, segregar os imunobiológicos sob suspeita, notificar a instância superior e aguardar avaliação técnica quanto à viabilidade de uso.
Durante o acompanhamento de uma criança internada, o Técnico de Enfermagem observa que a ela apresenta novamente febre de 38,5 °C, mesmo após a administração do medicamento antipirético prescrito no horário. Considerando as medidas de enfermagem recomendadas para o manejo da febre em crianças, analise os itens a seguir e assinale a alternativa correta.
I. Retirar os cobertores e roupas de lã da criança.
II. Realizar compressas com água fria.
III. Dar banho morno.
IV. Estimular a ingesta hídrica.
V. Monitorar os sinais vitais.
Apenas os itens I, II e III estão corretos.
Apenas os itens II, III e V estão corretos.
Apenas os itens I, III, IV e V estão corretos.
Apenas os itens I, II, IV e V estão corretos.
Todos os itens estão corretos.
O monitoramento da temperatura é uma atividade indispensável na Cadeia de Frio, pois permite acompanhar o desempenho dos equipamentos utilizados para armazenamento dos imunobiológicos, contribuindo para a manutenção da qualidade e da eficácia das vacinas. Os registros de temperatura podem ser realizados de diferentes formas e devem seguir critérios específicos de organização e armazenamento. Sobre registro de temperatura e armazenamento, relacione corretamente os termos da Coluna I às suas respectivas características, disponibilizadas na Coluna II:
Coluna I:
1. Registro digital.
2. Registro manual.
3. Armazenamento dos registros.
4. Tempo de armazenamento dos registros.
Coluna II:
( ) Deve ser realizado por meio de preenchimento diário em formulário próprio, conforme procedimento operacional da unidade.
( ) Os documentos devem ser organizados por dia, mês e ano para facilitar consultas futuras.
( ) Pode ser realizado por impressora, registrador gráfico, supervisório ou datalogger.
( ) Deve ser mantido por, no mínimo, dois anos após sua geração.
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?
2 - 3 - 1 - 4.
1 - 2 - 4 - 3.
3 - 2 - 1 - 4.
2 - 1 - 3 - 4.
1 - 3 - 2 - 4.