O cuidado paliativo direcionado ao paciente e à sua família
torna-se necessário frente a doenças graves, sem
prognóstico e possibilidade de cura. As doenças oncológicas,
cuja perspectiva de cura torna-se restrita e ameaça à
vida é iminente, constituem uma das principais doenças
quanto à exigência de cuidados paliativos. Nessa situação,
A
o enfermeiro deve evitar quaisquer intervenções de
abordagem espiritual ou religiosa com paciente em
cuidados paliativos, uma vez que tal ação poderá
causar constrangimento ao indivíduo, à família ou
aos cuidadores.
B
o indivíduo deve permanecer sedado no caso de cuidado
paliativo para evitar o prolongamento do estado
grave do paciente sem prognóstico satisfatório,
acompanhado de sofrimento e manutenção da vida
por processos terapêuticos desproporcionais.
C
o indivíduo pode-se beneficiar pela via de infusão hipodermóclise
ou terapia subcutânea, implementada
quando a via oral e a rede venosa tornam-se indisponíveis.
Essa via apresenta a mesma eficácia da endovenosa,
com a vantagem de ser menos dolorosa,
ter raros eventos adversos e ser de fácil aplicabilidade.
D
a participação da família bem como a obtenção de
consentimento no processo decisório da paliação,
deve ser julgada com parcimônia pela equipe de saúde
responsável pelo paciente, visando minimizar a
dor, o sofrimento e a angústia.