“Para restauração das funções cardíacas e respiratórias, é realizada a reanimação cardiopulmonar (RCP), definida como um conjunto de ações aplicadas ao indivíduo em parada cardiorrespiratória (PCR) para manter artificialmente a circulação de sangue no encéfalo e em outros órgãos vitais, até o retorno da circulação espontânea (RCE)” (TOBASE; TOMAZINI, 2017). Assim, é correto afirmar que:
essas manobras são baseadas na cadeia de sobrevivência da American Heart Association (AHA), apesar de não sistematizarem o atendimento.
durante a RCP, a fase de compressão torácica externa (CTE) corresponde à diástole cardíaca, e o intervalo entre as compressões corresponde à sístole cardíaca.
o início precoce e eficiente da RCP é imprescindível para manter as pressões de perfusão coronariana e cerebral adequadas.
as interrupções na RCP para a verificação do ritmo, pulso, a obtenção de acesso venoso, a ventilação e outros procedimentos não ocasionam prejuízo circulatório nem influenciam na sobrevivência da vítima.