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A estimativa de risco cardiovascular por meio do escore de...

Para responder às questões de números 52 a 54, considere o relato a seguir.


A.F., 65 anos, sexo masculino, hipertenso, portador de diabete tipo 2 há cinco anos, em uso de medicação hipotensora, diurético e hipoglicemiantes orais, compareceu à unidade básica de saúde para consulta de enfermagem. Informou que vinha fazendo uso regular da medicação, seguindo as orientações alimentares recebidas anteriormente e fazendo caminhadas de 15 minutos, duas a três vezes por semana. Ao exame físico, o enfermeiro obteve temperatura = 36,8 ºC; pulso = 82 batimentos por minuto; respiração = 16 movimentos por minuto; pressão arterial = 132 x 84 mmHg; peso = 81500 g; altura = 170 cm; circunferência abdominal = 92 cm. Ao exame dos pés de A.F., constatou que as unhas dos halux estavam quebradiças e havia úlcera em região do 1º metatarso, medindo 1,2 x 0,8 cm, apresentando tecido de granulação com infecção e presença de exsudato seropurulento, em quantidade moderada. Durante a consulta, o enfermeiro calculou o índice de massa corporal de A.F., utilizou o escore de Framingham para a estratificação de risco cardiovascular, realizou o curativo na ferida, estabeleceu um plano de cuidados em conjunto com o usuário e realizou as orientações necessárias.

A estimativa de risco cardiovascular por meio do escore de Framingham se baseia na presença de múltiplos fatores de risco, como


A

idade, níveis pressóricos, índice de massa corporal – IMC, glicemia e colesterol total.


B

HDLcolesterol, sexo, idade, índice de massa corporal – IMC; e circunferência abdominal.


C

sexo, colesterol total e frações, triglicérides, níveis pressóricos e tabagismo.


D

idade, tabagismo, alcoolismo, níveis de HDLcolesterol e LDLcolesterol e níveis pressóricos.


E

sexo, idade, níveis pressóricos, tabagismo, níveis de HDLcolesterol e LDLcolesterol.