J.M., 45 anos, sexo masculino, solteiro, desempregado, hipertenso. Durante a consulta de enfermagem para acompanhamento da pessoa com hipertensão arterial, revelou que há seis meses tem tido ocasionalmente pensamentos suicidas, porém sem nenhum plano. A enfermeira avaliou o histórico (paciente relata resiliência em situações de crise, ausência de histórico pessoal ou familiar de suicídio, desempregado há dois meses); suicidabilidade (presença de pensamentos suicidas, porém sem plano) e doença mental (ausência de histórico ou doença atual). Considerando as informações apresentadas, qual é o grau de risco desse paciente e a conduta a ser tomada no contexto da Atenção Primária?
Risco baixo e realização de contrato de “não suicídio”.
Risco médio e facilitação da vinculação do sujeito ao suporte e ajuda possível ao seu redor – social e institucional.
Risco alto e escuta terapêutica que o possibilite falar e clarificar para si sua situação de crise e sofrimento.
Risco médio e realização de contrato terapêutico de não suicídio.
Risco baixo e escuta acolhedora para compreensão e amenização de sofrimento.