O cultivo continuado de uma mesma cultivar
resistente a uma determinada doença fúngica, em uma
mesma região por vários anos, pode levar à
necessidade de sua substituição devido ao aumento
de ocorrência da referida doença com o tempo de
cultivo. Esse fenômeno é freqüentemente denominado
"quebra da resistência" e deve-se a:
A
alteração genética na população do hospedeiro e
perda do(s) gen(s) de resistência;
B
seleção e multiplicação de raças virulentas na
população do patógeno;
C
alterações climáticas resultando na predominância
de ambiente propício ao desenvolvimento
da doença;
D
desequilíbrio ambiental decorrente de
pulverizações freqüentes com fungicidas;
E
desenvolvimento de resistência na população do
patógeno aos princípios ativos dos fungicidas
aplicados.