

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
Atualmente, o controle fitossanitário em olericultura tem sido direcionado a medidas preventivas, de natureza não-química. Dessa forma, assinale a alternativa INCORRETA:
Plantas jovens pertencentes a espécies suscetíveis a enfermidades veiculadas por insetos devem ser cultivadas em terrenos livres de plantas invasoras, as quais facilitam a aterrisagem, e consequentemente a introdução de insetos no cultivo.
Barreiras vivas, constituídas por plantas de porte elevado e dispostas ao redor das culturas oleráceas, oferecem proteção contra a invasão de insetos vetores de enfermidades. Recomenda-se a aplicação de inseticida somente na barreira viva, o que é eficaz na destruição dos vetores, sem interferir no equilíbrio biológico do cultivo.
O solo deve ser mantido com pH na faixa de 6,0 a 6,5, a qual favorece o desenvolvimento das culturas e ao mesmo tempo é desfavorável para alguns fitopatógenos de solo.
Para o controle de nematóides pode-se utilizar a inundação total do terreno durante alguns dias, reduzindo drasticamente a concentração de oxigênio no solo, o que causa a morte desses organismos aeróbios.
Em um cultivo com bom aspecto fitossanitário, as plantas isoladas com sintomas iniciais de doença devem ser erradicadas o mais precocemente possível e queimadas em local afastado. Independente da forma como será feita, nunca é aconselhável enterrar as plantas contaminadas, por permitir a viabilidade dos patógenos no solo.