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Nos últimos anos, notadamente a partir do final de década de 90, as doenças têm se tornado uma grande preocupação por parte de técnicos e produtores envolvidos no agronegócio do milho. Relatos de perdas na produtividade devido ao ataque de patógenos têm sido frequentes nas principais regiões produtoras do país. Nesse contexto, assinale a alternativa INCORRETA sobre as doenças do milho.
A ferrugem polysora (Pucciniapolysora), tem seu controle realizado com o uso de cultivares resistentes, escolha correta de época e local de plantio e, eventualmente, com aplicação de fungicidas. Em cultivares susceptíveis, é comum a ocorrência de morte prematura em virtude da destruição foliar.
A mancha de cercospora, ou cercosporiose (Cercosporazea-maydis) era considerada de pouca importância. No entanto, no início dos anos 2000 a doença se manifestou com grande severidade em vários híbridos altamente produtivos. Desde então, a cercosporiose figura no rol das doenças mais importantes da cultura do milho.
No mosaico comum (Sugarcanemosaicvirus) os sintomas são típicos de mosaico. Manchas cloróticas podem ocorrer em folhas novas do cartucho da planta. A ocorrência da virose é maior na safrinha, e sua incidência aumenta a cada ano.
Ferrugem comum (Pucciniasorghi) é uma das mais destrutivas doenças do milho, proporcionando danos econômicos de até 65% em condições experimentais. É favorecida por temperaturas baixas e alta umidade relativa do ar.