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Estudos de danos causados por epidemias auxiliam a tomada de decisão para a correta recomendação de controle das doenças fúngicas, bacterianas e viróticas nas principais frutíferas cultivadas no Brasil.
O conhecimento do dano que causa uma doença em uma cultura serve para prever rendimentos e avaliar necessidade de pesquisas mais específica, entretanto:
Exigem estudos de campo demorados e difíceis de serem realizados, necessitando gerar gradientes de doença.
Existem vários modelos para estimar danos, dentre eles o ponto crítico, modelos integrais, modelos sinecológicos, logístico, Richards e Monomolecular.
É necessário quantificar a produtividade, apesar do dano ser uma variável fácil de ser estimada e normalmente se correlaciona com estimativas diretas de incidência e severidade das doenças.
Muitas vezes o estudo é desnecessário pois dano é função da intensidade de uma doença e já é bem conhecido para maioria das doenças.
Dano pode ser estimado para doenças foliares e para doenças sistêmicas, mas não pode ser estimado para doenças que afetam o fruto, como as podridões de cacho da videira, por exemplo.