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A defesa fitossanitária diz respeito aos métodos utilizados para evitar a propagação de pragas e doenças nas plantações. Esse controle pode ser feito de diversas formas, inclusive com o uso de agrotóxicos. Entretanto, cada vez mais se discute fazer o controle fitossanitário por meio de formas alternativas. Nesse sentido, os sistemas integrados de manejo da produção agrícola estão em ascensão.
A respeito do manejo integrado, é INCORRETO afirmar que:
os componentes do manejo integrado de pragas (MIP) incluem a avaliação do agroecossistema, a tomada de decisão e a seleção dos métodos de controle a serem adotados;
o manejo integrado de pragas (MIP), em tempos em que as pestes desenvolvem resistência aos pesticidas, não só preserva a biodiversidade, mas também prolonga a vida útil dos produtos químicos, quando usados como último recurso;
o manejo integrado de pragas (MIP) baseia-se na utilização de uma abordagem integrada de fatores que limitam a ocorrência de pragas agrícolas, priorizando o controle químico realizado com produtos que possuam modo de ação específico e seletivo;
o nível de dano econômico (NDE) constitui o fundamento principal do manejo integrado de pragas e é definido como a densidade populacional do organismo nocivo em que os benefícios econômicos resultantes do controle igualam os custos envolvidos na sua implementação;
o manejo de plantas daninhas constitui uma estratégia fundamental nos programas de manejo integrado de pragas (MIP), sendo direcionado para a eliminação de plantas que possam atuar como hospedeiras intermediárias de pragas potenciais à cultura em desenvolvimento, contribuindo para a mitigação de riscos fitossanitários e a preservação da produtividade agrícola.