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Ao discutir teoria da trofobiose, fertilidade e manejo agroecológico do solo diversos autores, como Ana Primavesi, fazem críticas ao modelo químico de correção do solo baseado apenas na adubação NPK em virtude das consequências observadas em solos tropicais. Dentre elas podemos destacar
a adubação NPK proporciona equilíbrio duradouro ao solo, tornando desnecessária a adição de matéria orgânica.
os fertilizantes nitrogenados aumentam a capacidade de troca catiônica (CTC) e a estabilidade dos agregados do solo.
o modelo químico garante maior resistência fisiológica das plantas ao estimular a síntese equilibrada de proteínas complexas.
o excesso de nitrogênio solúvel provoca desequilíbrios nutricionais, aumentando a suscetibilidade a pragas e patógenos.
a aplicação contínua de fertilizantes minerais fortalece a biodiversidade do solo, intensificando a atividade microbiana aeróbia.