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Definida a necessidade de aplicação de fertilizantes para a cultura do milho, o passo seguinte, e de grande importância no manejo da adubação. O manejo da adubação visa a máxima eficiência, identificando as épocas em que os elementos são exigidos em maiores quantidades. Com base no acúmulo de nutrientes e manejo da adubação na cultura do milho, é CORRETO afirmar que:
No Brasil, o boro é o micronutriente mais limitante à produção do milho, sendo a sua deficiência muito comum na região central do país, onde predominam os solos sob vegetação de cerrado.
Embora as exigências do milho em potássio sejam em quantidades bem menores do que as em nitrogênio e as em fósforo, as doses normalmente recomendadas são altas, em função da baixa eficiência (20 a 30 %) de aproveitamento desse nutriente pela cultura.
O milho apresenta períodos diferentes de intensa absorção, com o primeiro ocorrendo durante a fase de desenvolvimento vegetativo, V12 a V18 folhas, quando o número potencial de grãos está sendo definido; e, o segundo, durante a fase reprodutiva ou formação da espiga, quando o potencial produtivo é atingido.
Depois do nitrogênio, o fósforo é o elemento absorvido em maiores quantidades pelo milho, sendo que apenas, em média, 30 % são exportados nos grãos.
A absorção de potássio apresenta um padrão igual em relação ao nitrogênio e ao fósforo, com a máxima absorção ocorrendo no período de desenvolvimento vegetativo, com elevada taxa de acúmulo nos primeiros 30 a 40 dias de desenvolvimento.