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Segundo Monteiro, Oliveira e Nakai (2025), o Brasil conta com diversos sistemas de informações agrometeorológicas em operação, disponibilizando, basicamente, as informações de primeiro grau e algumas de segundo grau. Os mais conhecidos são o Agritempo, da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e o Sisdagro, do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), ambos de abrangência nacional, o Ciiagro, do Instituto Agronômico de Campinas (IAC), no Estado de São Paulo, o Sistema de Informações Agrometeorológicas do Instituto Agronômico do Paraná (IDR), no Estado do Paraná. Existem, ainda, outros exemplos. Nestes sistemas, as informações contemplam diversos aspectos dos efeitos do tempo e clima na agricultura que auxiliam na previsão de safra, na definição das melhores épocas de plantio, na indicação das condições para manejo do solo, para irrigação e controle fitossanitário. Considerando as aplicações desses sistemas, qual alternativa corresponde a uma utilização avançada dos dados agrometeorológicos, envolvendo integração entre variáveis climáticas e decisões de manejo?
Estimar a variabilidade genética das cultivares em função de sua resposta a doenças de solo.
Projetar janelas de semeadura utilizando séries históricas de precipitação, temperatura e risco de veranico.
Definir a dose de fertilizante nitrogenado exclusivamente com base na umidade relativa do ar.
Prever a ocorrência de pragas apenas a partir da radiação global acumulada no ciclo da cultura.
Determinar o custo operacional total da lavoura analisando dados de vento, insolação e pressão atmosférica.


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