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Marque a associação correta entre as espécies de moscas das frutas e seus hospedeiros.
Anastrepha grandis (Melão, melancia e goiaba).
Anastrepha fraterculus (melão, goiaba e manga).
Ceratitis capitata (goiaba, manga e acerola).
Anastrepha zenildae (melancia, mamão e manga).
São procedimentos utilizados para monitorar pragas com o uso de armadilhas viscosas em arquivos e bibliotecas:
I – Identificar todos os acessos em planta baixa;
II – Numerar e datar as armadilhas;
III – Identificar prováveis rotas de insetos e marcá-las em planta baixa;
IV – Instalar as armadilhas nas áreas a serem monitoradas;
V – Melhorar a localização e a inspeção;
VI – Inspecionar e recolher as armadilhas regularmente.
A seqüência lógica adotada para a implementação dos procedimentos acima é:
O uso de roçadeira nas linhas e entrelinhas do cafezal promove a ceifa do mato, causa enfraquecimento das raízes das plantas daninhas, reduz a predominância de ervas rasteiras, porém contribui de maneira acentuada para a erosão do solo.
Os efeitos negativos das plantas daninhas nos plantios comerciais são resultados de um total de pressões ambientais associadas à presença delas no ambiente, cujo efeito global denomina-se interferência. Constitui efeito negativo indireto das plantas daninhas nos cultivos comerciais:
competição por água, luz e nutrientes.
hospedagem de pragas e doenças.
dificuldades da colheita.
hospedagem de inimigos naturais de pragas e doenças.
Antixenose é um dos tipos de resistência de planta a insetos e ocorre quando o inseto se alimenta normalmente da planta e esta exerce um efeito adverso sobre a biologia do inseto.
O inseto parasitóide mata o hospedeiro e exige somente um indivíduo para completar o desenvolvimento. O adulto desse tipo de inseto tem vida livre.
Nos ambientes naturais, ocorrem insetos-pragas e patógenos causadores de epidemias de forma pouco visível, devido ao pequeno número de espécies vegetais e animais em um território restrito. As condições e exigências, típicas de cada espécie, causam descontinuidade e explicam o equilíbrio existente entre elas.
A utilização de defensivos agrícolas, sem considerar a complexidade dos ecossistemas agrícolas, continua conduzindo a desequilíbrios que variam de acordo com os fenômenos envolvidos. Acerca desses desequilíbrios, assinale a opção verdadeira
A resistência ocorre quando a subdosagem do defensivo agrícola vicia a praga.
A quebra de cadeia alimentar ocorre quando o defensivo agrícola mostra eficiência contra os inimigos naturais.
A ressurgência é a recuperação rápida de uma praga à ação de um defensivo agrícola que causa maior danos aos seus inimigos naturais que a própria praga.
A rotação de culturas é umas das medidas menos indicadas para o controle do tamanduá da soja, pelo fato de esse inseto ser polífago e se esconder durante o dia nas plantas hospedeiras ao redor da lavoura de soja.
Com relação às interações inseto, planta e meio ambiente, marque a opção verdadeira.
Alopatria - É quando ocorre coincidência geográfica entre indivíduos, populações ou espécies distintas.
Alomônio – É uma substância, ou mistura química de substâncias, usadas em comunicação (infoquímicos) no meio de indivíduos que pertence a espécies diferentes. Evoca uma resposta que é adaptativa favorável para o emissor, mas não para o receptor.
Altruísmo - É o comportamento autodestrutivo, ou potencialmente autodestrutivo, que é executado para o benefício de si próprio.
Parasitóide - É o inseto parasito cujos ovos são colocados em um hospedeiro morto, no qual a larva se desenvolve, consumindo-o.
A bananeira, importante cultura para o Brasil, pode ser atacada por várias doenças, especialmente as fúngicas, que contribuem para a baixa produtividade e qualidade dos frutos. Dentre estas, destaca-se a Sigatoka-negra considerada a mais grave doença da bananeira no mundo. Com relação a esta doença, marque a opção FALSA.
A Sigatoka-negra, ocasionada pelo fungo Paracercospora fijiensis, (Deuteromyceto-Dematiaceae) que foi constatada no Brasil em fevereiro 1998, é capaz de infectar diversas espécies de Musa e pode ser controlada através de produtos químicos e variedades resistentes.
A Sigatoka-negra, Mycosphaerella musae Morelet, (Deuteromyceto-Moniliales) é uma doença cujos sintomas assemelham-se aos da Sigatoka-amarela, apresentando vários estádios e que se manifestam acentuadamente após o início da estação chuvosa.
A Sigatoka-negra, causada por Mycophaerella fijiensis Morelet, (Ascomyceto-Dothideaceae) foi descrita pela primeira vez em 1963 nas Ilhas Fiji encontrando-se atualmente disseminada nas principais regiões produtoras de banana do mundo.
A Sigatoka-negra, é causada pelo ascomiceto Mycophaerella fijiensis, (anamorfo Paracercospora fijiensis) cuja disseminação de uma região para outra é feita através dos conídios e ascósporos, disseminados pelo vento, podendo sobreviver na superfície dos frutos, caixas de papelão e do próprio veículo que transita dentro das propriedade onde a doença se manifesta.
A Mosca Branca é uma das pragas mais comuns no Brasil, podendo atacar diversas culturas agrícolas. Em relação o uso de agrotóxicos e afins para o controle químico da Mosca Branca, é correto afirmar:
A aplicação de fungicidas com ação sistêmica prescrita via receita agronômica é a técnica de manejo mais utilizada e tecnicamente indicada.
Em função da agressividade da praga, podem ser aplicados quaisquer produtos, conforme disposto em legislação complementar.
Somente podem ser utilizados herbicidas específicos, de acordo com as indicações contidas nos rótulos e nas bulas.
Somente pode ser utilizado o produto prescrito na receita agronômica, que por sua vez deve ser utilizado de acordo com instruções de uso aprovadas e disponibilizadas nos rótulos e nas bulas.
Os inseticidas modernos, de baixa toxicidade para o homem, podem ser aplicados sem prescrição técnica via receita agronômica, uma vez que proporcionam ótimos resultados de controle.
A clorose variegada dos citros (CVC), conhecida como amarelinho, foi identificada oficialmente no Brasil, em 1987, em pomares do Triângulo Mineiro e do Norte e Noroeste do Estado de São Paulo. Embora essas sejam as regiões mais afetadas até hoje, ela já está presente em quase todas as áreas citrícolas do país, com intensidades diferentes. Com relação ao CVC, é correto afirmar que:
o agente causal é um vírus;
disseminada no campo por cigarrinhas;
só ocorre em plantas enxertadas sobre limão cravo e limão volkameriano;
só ocorre em copas de tangerina;
causa obstrução do floema das plantas.