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Essa espécie é considerada uma das piores plantas daninhas para a cultura da soja, especialmente na região Sul do país. Já foram relatados casos de desenvolvimento de resistência dessa espécie a herbicidas utilizados em soja no Brasil.
A figura I mostra uma importante praga de grãos armazenados de diversas espécies agrícolas — a traça dos cereais —, cujos prejuízos podem iniciar-se no campo de produção.
(E) para minimizar problemas na mistura entre fungicidas compatíveis com formulação em solução aquosa e em pó-molhável, deve ser primeiro adicionada a formulação em solução aquosa e, após agitação, adicionar o pó-molhável
.1) compatível; 2) com baixa solubilidade e 3) incompatível é:
Sulfato de amônio com: 1) Nitrato de potássio; 2) Sulfato de potássio e 3) Sulfato de magnésio;
Nitrato de cálcio com: 1) Nitrato de potássio; 2) Ácido fosfórico e 3) Sulfato de magnésio;
Cloreto de potássio com: 1) Sulfato de potássio; 2) Fosfato de amônio e 3) Sulfato de magnésio;
Fosfato de amônio com: 1) Sulfato de magnésio; 2) Nitrato de potássio e 3) Sulfato de potássio;
Sulfato de magnésio com: 1) Sulfato de amônio; 2) Sulfato de potássio e 3) Fosfato de amônio;
Em razão da inexistência de cultivares resistentes à antracnose do feijoeiro, o controle dessa doença deve ser feito mediante o uso de fungicidas específicos, iniciando pelo tratamento de sementes, pois, o patógeno é transmitido a longas distâncias pelas sementes.
Em relação aos fungicidas aplicados em plantas, é correto afirmar que:
as substâncias fungistáticas atuam matando os fungos patogênicos;
os fungicidas protetores de contato são efetivos na sua totalidade somente se aplicados antes da ocorrência da penetração do patógeno nos tecidos do hospedeiro;
os fungicidas protetores erradicantes apenas eliminam o patógeno que está na fase reprodutiva;
a fitotoxicidade indica o grau de controle do fungicida a um determinado patógeno;
para minimizar problemas na mistura entre fungicidas compatíveis com formulação em solução aquosa e em pó-molhável, deve ser primeiro adicionada a formulação em solução aquosa e, após agitação, adicionar o pó-molhável.
As moscas-das-frutas são incluídas entre as principais pragas dos frutos das plantas cítricas e de outras plantas frutíferas. As larvas desses insetos se alimentam da polpa dos frutos, podendo destruí-los ou torná-los impróprios para a indústria e o consumo in natura.
A entrada da ferrugem da soja em território brasileiro contribuiu para a decisão do embargo chinês, uma vez que a China iniciou a produção de soja em escala comercial apenas no início da década passada e, por não ser o centro de origem dessa cultura, ainda não apresenta em seu território grande parte das pragas e doenças que atacam a soja.
O fato de essa planta ser trepadeira (hábito indeterminado de crescimento) faz que ela se enrole nas plantas de soja, o que contribui para os prejuízos causados durante a operação de colheita.
As viroses podem ser disseminadas por insetos vetores, como afídeos, tripes, mosca-branca, cigarrinha etc., que adquirem o vírus ao se alimentarem sobre uma planta virótica, tornando-se agentes veiculadores quando sugam plantas anteriormente sadias. Para o controle dessas viroses e de outras doenças e pragas, o sistema mais adequado, tanto do ponto de vista econômico como ecológico, é o controle integrado, que procura preservar o meio ambiente por meio da eliminação do uso de agrotóxicos.
Em mudas, não há como identificar visualmente todas as doenças e pragas, por estas atacarem partes enterradas das mudas ou por não produzirem sintomas visíveis. Dessa forma, na aquisição de mudas, o produtor deve exigir certificado de garantia e atestado de sanidade.
As joaninhas predadoras exercem um importante papel regular na população de insetos-praga, uma vez que podem se alimentar de cochonilhas (com ou sem carapaça), de moscasbrancas, de pulgões, de psilídeos e de ácaros.
O controle da ferrugem do cafeeiro pode ser feito corretamente utilizando os princípios da proteção, da resistência e da quimioterapia. O controle químico envolve o uso de fungicidas de contato, especialmente os produtos à base de cobre, e os fungicidas sistêmicos aplicados via foliar ou via solo, aplicados isoladamente ou com inseticidas sistêmicos.
O uso de Baculovirus anticarsia para controle de lagarta da soja (Anticarsia gemmatalis), em esquema de manejo integrado, é um exemplo bem-sucedido de controle biológico, em que o baculovírus pode ser produzido nas propriedades rurais, mediante coleta e armazenamento de lagartas mortas pelo vírus.
Joaninhas são predadoras naturais da praga mostrada na figura II, assim como de pulgões.
O uso de fungicidas e de métodos biológicos, como o da proteção cruzada e antagonismo, com a mesma finalidade — proteção de sementes, por exemplo —; a indução de resistência em plantas por meio de métodos físicos, químicos ou biológicos, favorecendo a produção de enzimas e fitoalexinas pela planta que atuará contra o patógeno, e a manutenção das plantas sem ferimentos e corretamente adubadas são alguns dos métodos de controle de doenças decorrentes do princípio de proteção.
A aplicação exclusiva e continuada de fungicidas de ação de contato induz o surgimento de novas raças fisiológicas do patógeno.
Na cultura da soja, os herbicidas fluazifop-p-butyl, sethoxydin e metolachlor controlam de forma seletiva essa espécie, e são aplicados por meio de pulverização em pós-emergência, até o estágio de 6 a 8 folhas verdadeiras.
Para o caso do milho, as formas corretas de controle da praga mostrada na figura I incluem o armazenamento de espigas bem empalhadas em paiol, separando-se as espigas de ponta aberta — que podem vir infestadas da lavoura — das fechadas, e a intercalação entre camadas de espigas de milho e folhas de eucalipto.