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A regulagem do equipamento de pulverização pode ser feita corretamente medindo-se inicialmente a quantidade de líquido pulverizado em uma área conhecida; de posse dessa informação, verifica-se a quantidade do produto recomendada por área, para fazer a dosagem do produto no pulverizador.
O controle da ferrugem do cafeeiro pode ser feito corretamente utilizando os princípios da proteção, da resistência e da quimioterapia. O controle químico envolve o uso de fungicidas de contato, especialmente os produtos à base de cobre, e os fungicidas sistêmicos aplicados via foliar ou via solo, aplicados isoladamente ou com inseticidas sistêmicos.
O uso de Baculovirus anticarsia para controle de lagarta da soja (Anticarsia gemmatalis), em esquema de manejo integrado, é um exemplo bem-sucedido de controle biológico, em que o baculovírus pode ser produzido nas propriedades rurais, mediante coleta e armazenamento de lagartas mortas pelo vírus.
Alguns insetos, incluindo uma vespa — Trichogramma — e a tesourinha, podem atuar como agentes de controle biológico dessa praga.
Quanto maior a disponibilidade de nutrientes proporcionada pelos exudatos radiculares, menor a possibilidade de aumento da população de patógenos e, conseqüentemente, menor a quantidade de doenças nas plantas.
Os potenciais benefícios da pulverização eletrostática incluem a melhor deposição do produto pulverizado nas folhas das plantas e a conseqüente redução na deriva do produto.
A aplicação exclusiva e continuada de fungicidas de ação de contato induz o surgimento de novas raças fisiológicas do patógeno.
Providenciar a retirada imediata dos frutos atacados pelo patógeno (fungo) causador da podridão apical, evitando assim, que haja disseminação do patógeno por toda a lavoura.
A utilização de sementes isentas de fitopatógenos é um dos meios de evitar a introdução de agentes fitopatogênicos em uma propriedade agrícola. Outro meio eficiente é a introdução de cultivares resistentes aos patógenos e pragas.
A espécie mostrada na figura III, potencial causadora de grandes prejuízos em reflorestamentos de eucalipto, pode ser corretamente controlada mediante a distribuição de iscas formicidas granuladas nos arredores do formigueiro ou mediante o polvilhamento de formicidas em pó diretamente no interior do formigueiro.
A ponta de pulverização mais adequada para ser usada na barra assinalada com o número II na figura deve ser do tipo que produz jato em leque, em razão do tipo de praga que se deseja controlar.
A praga mostrada na figura I pode ser corretamente controlada mediante o expurgo dos grãos com produtos comerciais contendo fosfina como ingrediente ativo.
Sementes de soja devem ser tratadas com fungicida ou inoculadas, uma vez que essas duas práticas são antagônicas — os fungicidas destroem os microrganismos fixadores de nitrogênio.
Os fungicidas Benomyl, Benlate e Captan podem ser corretamente utilizados para o controle de doenças fúngicas no viveiro.
Os herbicidas fomesafen, lactofen e chlorimuron-ethyl são específicos para aplicações em pós-emergência para o controle de plantas monocotiledôneas de forma seletiva na cultura da soja.
O desenvolvimento de resistência de uma população a um herbicida pode ser definido como a redução na resposta dessa população a produto químico, em sua dose recomendada, como resultado de sua aplicação sucessiva.
O pulgão-preto (Toxoptera citricida) e o pulgão-verde (Aphis spiraecola), responsáveis pela transmissão do vírus da tristeza-doscitros, podem causar o encarquilhamento ou a distorção das folhas e o definhamento das plantas, em razão da intensa sucção da seiva. Além disso, eles produzem uma excreção açucarada que favorece o desenvolvimento da fumagina sobre folhas e frutos.