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A murcha bacteriana, causada por Ralstonia solanacearum, deve ser controlada de forma preventiva, e não de forma curativa, mediante o uso de agrotóxicos.
O fato de essa planta ser trepadeira (hábito indeterminado de crescimento) faz que ela se enrole nas plantas de soja, o que contribui para os prejuízos causados durante a operação de colheita.
As viroses podem ser disseminadas por insetos vetores, como afídeos, tripes, mosca-branca, cigarrinha etc., que adquirem o vírus ao se alimentarem sobre uma planta virótica, tornando-se agentes veiculadores quando sugam plantas anteriormente sadias. Para o controle dessas viroses e de outras doenças e pragas, o sistema mais adequado, tanto do ponto de vista econômico como ecológico, é o controle integrado, que procura preservar o meio ambiente por meio da eliminação do uso de agrotóxicos.
O uso de cultivares de cenoura de polinização aberta (Brasília e Alvorada) com bom nível de resistência à queima das folhas (Alternaria dauci) tem sido bastante eficaz no controle dessa doença, que ataca a cenoura principalmente no inverno.
A regulagem do equipamento de pulverização pode ser feita corretamente medindo-se inicialmente a quantidade de líquido pulverizado em uma área conhecida; de posse dessa informação, verifica-se a quantidade do produto recomendada por área, para fazer a dosagem do produto no pulverizador.
O controle da ferrugem do cafeeiro pode ser feito corretamente utilizando os princípios da proteção, da resistência e da quimioterapia. O controle químico envolve o uso de fungicidas de contato, especialmente os produtos à base de cobre, e os fungicidas sistêmicos aplicados via foliar ou via solo, aplicados isoladamente ou com inseticidas sistêmicos.
O uso de Baculovirus anticarsia para controle de lagarta da soja (Anticarsia gemmatalis), em esquema de manejo integrado, é um exemplo bem-sucedido de controle biológico, em que o baculovírus pode ser produzido nas propriedades rurais, mediante coleta e armazenamento de lagartas mortas pelo vírus.
Alguns insetos, incluindo uma vespa — Trichogramma — e a tesourinha, podem atuar como agentes de controle biológico dessa praga.
Quanto maior a disponibilidade de nutrientes proporcionada pelos exudatos radiculares, menor a possibilidade de aumento da população de patógenos e, conseqüentemente, menor a quantidade de doenças nas plantas.
Os potenciais benefícios da pulverização eletrostática incluem a melhor deposição do produto pulverizado nas folhas das plantas e a conseqüente redução na deriva do produto.
A aplicação exclusiva e continuada de fungicidas de ação de contato induz o surgimento de novas raças fisiológicas do patógeno.
Iniciar as pulverizações com fungicidas curativos específicos para a podridão apical, além de continuar utilizando os produtos protetores.
Para fins de armazenamento, os grãos de feijão devem estar secos e devem ser periodicamente monitorados quanto à ocorrência de pragas, como carunchos. Constatada a presença dessa praga, uma solução correta consiste no expurgo dos grãos, mediante fosfina (fosfeto de alumínio), o que não inviabiliza o consumo humano dos grãos depois de tratados.
Iniciar imediatamente a aplicação de fertilizantes a base de cálcio, via solo e via foliar, tendo o cuidado de manter o equilíbrio com outros nutrientes, especialmente nitrogênio, potássio e magnésio.
Os operários devem ser orientados a manter a pressão o mais constante possível durante a pulverização, mediante o bombeamento contínuo e uniforme da alavanca assinalada com o número I na figura.
A eliminação de plantas ou parte de plantas doentes; o tratamento químico, físico ou biológico do solo, das plantas, das sementes ou dos implementos agrícolas; a eliminação de insetos vetores de patógenos, por métodos químicos, físicos ou biológicos e o uso de quebra-vento como barreira física são alguns dos métodos de controle, com base no princípio de erradicação, que visam diminuir ou eliminar a quantidade de inóculo do patógeno.
Na cultura da soja, os herbicidas fluazifop-p-butyl, sethoxydin e metolachlor controlam de forma seletiva essa espécie, e são aplicados por meio de pulverização em pós-emergência, até o estágio de 6 a 8 folhas verdadeiras.
A simplicidade da operação e o baixo custo tornam o pulverizador costal bastante útil em pequenas propriedades rurais onde as lavouras geralmente são pequenas e as doenças e pragas podem ser mais facilmente controladas. O baixo rendimento, a dificuldade em se manter uma pressão uniforme e a constante mudança de ângulo podem ser considerados como os seus principais inconvenientes, o que pode ser minimizado, de certa forma, pela experiência, pela habilidade e pelo nível de resistência do operador.
Para o caso do milho, as formas corretas de controle da praga mostrada na figura I incluem o armazenamento de espigas bem empalhadas em paiol, separando-se as espigas de ponta aberta — que podem vir infestadas da lavoura — das fechadas, e a intercalação entre camadas de espigas de milho e folhas de eucalipto.