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Um estudante de agronomia encontrou algumas anotações na mesa de seu professor:
Árvore perenifólia, de aspecto original e contrastante com as demais árvores do Sul do Brasil, com 10 a 35 m de altura e 50 a 120 cm de DAP, atingindo excepcionalmente 50m de altura e 250 cm ou mais de DAP, na idade adulta. O tronco é reto. Fuste de aproximadamente 20 m, com copa alta, estratificada e múltipla, caliciforme ou em forma de taça, nas árvores mais velhas e cônica nas mais jovens. Casca externa de cor marrom-arroxeada, persistente, áspera, rugosa, desprendendo-se em lâmina na parte superior do fuste. Sementes têm origem nas brácteas do amentilho feminino, desenvolvendo-se a partir de óvulos nus, geralmente com tegumento duro e endosperma abundante. Elas são carnosas, conhecidas como pinhões, tendo 3 a 8 cm de comprimento, por 1 a 2,5 cm de largura e peso médio de 8,7g, obovada-oblonga, com ápice terminando com um espinho achatado, e curvo para a base.
Essas anotações referem-se à árvore:
Pau-brasil (Caesalpinia echinata).
Pinheiro do Paraná (Araucaria angustifolia).
Ipê – branco (Tabebuia roseo-alba).
Imbuia (Ocotea porosa).