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O Panorama 2017, publicado pela Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais – ABRELPE, indica que a taxa de destinação adequada dos resíduos sólidos urbanos coletados pelos municípios permaneceu estagnada, com aproximadamente 60% do volume coletado encaminhado para aterros sanitários. Por outro lado, a destinação irregular atinge 29 milhões de toneladas, depositadas de forma inadequada em lixões e aterros controlados. NÃO é ação que integra o funcionamento dos aterros:
Promover a disposição dos resíduos de forma não compactada mantendo o mesmo volume quando coletado, drenando o percolado que é infiltrado diretamente no solo, desprovido de um sistema de coleta.
Controlar a migração dos contaminantes para o meio ambiente mediante a contenção dos resíduos, com a finalidade de evitar a poluição das águas superficiais, subterrâneas e do ar, assim como reações adversas na cadeia alimentar.
Criar um sistema de drenagem do percolado com uma camada de material granular de alta permeabilidade, como brita protegida por uma camada de filtração, geralmente de areia ou geotêxtil.
Construir a cobertura ou revestimento superior, quando o aterro atinge a sua cota de encerramento, sobre a superfície final dos resíduos, com a finalidade de evitar a entrada de água e a saída dos gases da massa de resíduos.