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“O aterro sanitário comporta-se como um reator dinâmico porque produz, através de reações químicas e biológicas, emissões como o biogás de aterro, efluentes líquidos, como os lixiviados, e resíduos mineralizados a partir da decomposição da matéria orgânica”.
(Elk, Ana Ghislane Henriques Pereira van. Redução de emissões na disposição final / Coordenação de Karin Segala – Rio de Janeiro: IBAM, 2007)
Sobre aterros sanitários, é INCORRETO afirmar:
O aterro sanitário é uma obra de engenharia projetada sob critérios técnicos, cuja finalidade é garantir a disposição dos resíduos sólidos urbanos sem causar danos à saúde pública e ao meio ambiente.
O aterro sanitário é considerado uma das técnicas mais eficientes e seguras de destinação final de rejeitos, pois permite um controle eficiente e seguro do processo, além de apresentar bom custo benefício.
Todo aterro, antes de ser implementado, deve obter as licenças exigidas pelos órgãos ambientais, municipais, estaduais ou federal, havendo dispensa de licenciamento para pequenos aterros, com capacidade inferior a 65 ton/dia.
A drenagem dos lixiviados pode ser executada através de uma rede de drenos internos – geralmente constituídos de tubos perfurados preenchidos com brita, com conformação similar a uma “espinha de peixe” – que levam o chorume drenado para um sistema de tratamento.