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Visando obter melhorias no processo de tratamento de esgotos domésticos em uma cidade, a companhia de saneamento responsável pelo tratamento e a prefeitura realizaram estudos para ampliar a ETE já existente. O objetivo da ampliação é de obtenção de melhores resultados e possíveis reusos à água pós-tratamento. Foi verificada possibilidade de implantar uma lagoa aerada ou um sistema de lodos ativados. Após realização de estudo técnico, houve a geração de laudo que afirmava que não seria necessária a ampliação, pois a ETE atual já atendia aos parâmetros de lançamento previstos em lei. A respeito dos métodos apresentados – lagoa aerada e lodos ativados -, é correto o que se afirma na alternativa:
A lagoa aerada atua de forma similar aos tanques de aeração do sistema de lodos ativados, sendo que a principal diferença é a inexistência de recirculação de sólidos, característica essencial do sistema de lodos ativados.
A lagoa aerada apresenta níveis de remoção de demanda bioquímica de oxigênio (DBO) e sólidos em suspensão similares ao do sistema de lodos ativados; no entanto, a eficiência deste último depende da taxa fotossintética de algas presentes no sistema.
A lagoa aerada é um método amplamente utilizado para remoção de contaminantes da água por ser de fácil operação, ao contrário do método por lodos ativados, pois a lagoa aerada permite maior tempo de detenção do efluente, a profundidade é desprezível para oxidação de gases da decomposição anaeróbia e baixo consumo energético.
É inviável empregar ambos os métodos para pequenas áreas, pois nos dois métodos há necessidade de grandes extensões de área, pois quanto maior a área de exposição do efluente com a radiação solar, mais eficiente será a geração de gás oxigênio requerido para redução de cargas orgânicas presentes no efluente.