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A tendência atual de diversos segmentos industriais está pautada na redução da geração dos efluentes, na reciclagem e reúso e no aproveitamento de subprodutos com foco na cogeração de energia (Calijuri et al., 2019). Em relação a seleção dos processos de tratamento, é INCORRETO afirmar que:
As águas residuárias geradas pela agroindústria, exemplificadas pela indústria de abate de animais e frigoríficos, indústrias de papel e celulose e indústria sucroalcooleira, são consideradas não biodegradáveis.
A relação Demanda Bioquímica de Oxigênio/Demanda Química de Oxigênio (DBO/DQO) é a mais comumente utilizada para verificação do conteúdo orgânico biodegradável.
No caso de efluentes biodegradáveis, é importante conhecer a relação entre as frações facilmente biodegradáveis e as pouco ou não biodegradáveis.
Os efluentes não biodegradáveis, em geral, requerem caracterização detalhada para definição de processos físico-químicos destinados à formação de precipitados e sua posterior remoção por operações físicas de separação.