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O aterro sanitário municipal é uma obra de engenharia complexa, projetada para receber e destinar resíduos sólidos urbanos com segurança ambiental.
Em relação ao aterro sanitário, é correto afirmar:
Geralmente, o chorume contém concentrações relativamente baixas de metais pesados, Demanda Bioquímica de Oxigênio (DBO) e Demanda Química de Oxigênio (DQO), pois tem matéria orgânica não biodegradável presente, sendo indicadores de poluente e da necessidade de tratamento.
Os resíduos sólidos municipais que ficam nos aterros sanitários, inicialmente, passam por uma decomposição anaeróbia e depois de um tempo, aeróbia, produzindo metano na atmosfera.
Para controlar o chorume de um aterro, são necessários adição de hidróxido de sódio e hipoclorito de sódio no meio, caso contrário o líquido pode fluir do fundo do aterro, percolar através do solo poroso e contaminar as águas subterrâneas nas regiões adjacentes.
Os aterros sanitários municipais são projetados para receber resíduos perigosos e tóxicos. Eles são destinados a receber resíduos sólidos urbanos perigosos, como lixo doméstico e comercial.
O chorume produzido no aterro sanitário é um líquido escuro e poluente, resultado da decomposição da matéria orgânica nos resíduos. Sua composição é variada e complexa, incluindo compostos orgânicos voláteis, sais de íons inorgânicos, microrganismos patogênicos e metais pesados, que podem contaminar o solo e a água.