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“Se por uma maldição, em um cenário apocalíptico, todos os aquíferos brasileiros secassem, ou seja, as águas subterrâneas deixassem de existir, o país mudaria radicalmente, a ponto de tornar-se irreconhecível. Tal desgraça não somente causaria sérios problemas para o abastecimento de 52% dos municípios no país, que atualmente são total ou parcialmente abastecidos pelas águas subterrâneas, mas impactaria sobretudo o setor privado, que extrai mais de 17,5 bilhões de metros cúbicos por ano desse recurso” (HIRATA, et al., 2019). Sobre as águas subterrâneas, assinale a alternativa INCORRETA.
As águas no interior de um aquífero fluem de forma lenta desde a zona de recarga até a zona de descarga.
O uso e o manejo inadequados do solo acabam por afetar a sua qualidade, tornando-o menos permeável e impedindo-o de exercer seu papel de filtro e de condutor de água.
Quanto mais homogêneos o tamanho e a distribuição dos grãos, maior é a interconexão entre poros e a capacidade do aquífero em transmitir água.
Solos argilosos favorecem a recarga dos aquíferos por terem alta permeabilidade.
As águas subterrâneas desempenham papel vital, suprindo as mais variadas necessidades hídricas e contribuindo para a manutenção dos corpos d’água superficiais.