

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
O uso de estruturas de acumulação de águas pluviais urbanas, visando prevenir enchentes, traz benefícios comprovados, mas também alguns problemas operacionais. São medidas que podem minimizar os problemas operacionais, EXCETO:
Informar a população sobre a obra hidráulica que o beneficia, bem como cobrar taxa pela drenagem para que possa ser valorizada.
Melhorar o aspecto paisagístico do reservatório de acumulação.
Possibilitar uma melhor convivência da população com a estrutura hidráulica de controle.
Propor um sistema para depurar a carga clandestina de esgoto que chega ao reservatório.
O aproveitamento da água da chuva em centros urbanos é uma importante ferramenta de sustentabilidade, que reduz o consumo da água tratada e auxilia no controle de enchentes urbanas. Muitos moradores têm implantado esses sistemas em suas casas, como é o caso da família Silva. Essa família é constituída por um casal, um filho e uma filha. A filha mais nova, estudante do curso de Engenharia Sanitária e Ambiental, propôs que a família investisse em um sistema de aproveitamento da água da chuva. Um engenheiro foi contratado para tal serviço e implantou um sistema no qual apenas uma parcela do telhado da casa foi utilizada para captação, o que corresponde a uma área de 12 m². Para essa área de captação, foram implantados dois reservatórios, totalizando um volume de armazenamento de água de 2000 L. Nessa residência, ocorre um consumo médio de 15 L ⋅ hab-1 ⋅dia -1 de água não potável.
O método da simulação, apresentado na norma ABNT NBR 15527:2007, permite estimar o volume de água no reservatório ao final de cada dia. Sabendo que, no segundo dia após o início da simulação, ocorre uma chuva com intensidade de 30 mm⋅h-1 e duração de 30 min, é correto afirmar que,
se o evento de chuva ocorrer antes do consumo da água no segundo dia, haverá 60 litros de água no reservatório ao final desse segundo dia.
no segundo dia, haverá um extravasa mento de 60 litros, independentemente de o consumo do dia ser antes ou depois do evento de chuva.
se o evento de chuva ocorrer antes do consumo da água no segundo dia, haverá um extravasamento de 120 litros.
no segundo dia, haverá um extravasa mento de 120 litros, independentemente de o consumo ser antes ou depois do evento de chuva.
se o evento de chuva ocorrer após o consumo da água no segundo dia, haverá um extravasamento de 120 litros.
A instalação predial de águas pluviais se destina exclusivamente ao recolhimento e à condução das águas da chuva. Tradicionalmente, nos projetos de engenharia, essas águas são destinadas diretamente ao sistema de microdrenagem da cidade. Uma alternativa a essa prática é a implantação de reservatórios, na escala de lote, para armazenara água da chuva, que pode ser utilizada para fins não potáveis. Essa implantação implica em uma economia no consumo de água potável e auxilia no controle do aumento do escoamento superficial em meio urbano.
A fim de normatizar o dimensionamento desses reservatórios, em 2007, a ABNT disponibilizou a NBR 15527, Água de chuva - Aproveitamento de coberturas em áreas urbanas para fins não potáveis - Requisitos.
De acordo com a norma supracitada, é correto afirmar que
não é necessário instalar dispositivos para remoção de detritos, exceto em regiões com muita vegetação.
pode ser instalado um dispositivo para descarte da água de escoamento inicial.
não é necessária a utilização de cobertura no reservatório, por se tratar de água não potável.
o sistema de distribuição de água de chuva pode ser conectado ao sistema de distribuição de água potável para atendimento das bacias sanitárias.
a água de chuva, quando instalado dosador automático de derivado dorado junto à bomba centrífuga, deverá ser direcionada diretamente para consumo, devido ao tempo de vida do cloro.
O aproveitamento de águas de chuva para fins não potáveis é uma das formas de reúso da água mais utilizada em edificações. Um engenheiro desenvolveu um projeto de uso da água de chuva captada em um telhado com declividade única na direção de uma única calha de coleta. A precipitação crítica de projeto foi de 200 mm/h, e a vazão de dimensionamento da calha, em L/s, obtida segundo a NBR 10.844/1989, foi de 55 L/s.
Qual foi a área de telhado, em m2, considerada nos cálculos?
693
742
792
891
990
Em uma Estação Meteorológica instalada em uma praça em frente à Prefeitura, do municípío Y, após o período de 24h, o pluviômetro apresentou leitura de 35 mm. Isto significa que a precipitação equivalente numa área de 250m2 foi de:
350 L
6.000 L
7.143 L
8.750 L
Durante o teste de estanqueidade do tanque, com prova de carga com lâmina d’água, decorridas 72 horas, o reservatório apresentou um abaixamento do nível d‘água de 8 mm. Considerando que o tanque é aberto na parte superior e que se encontra em uma região com evaporação estimada de 1 mm/dia, a perda de água por vazamentos durante o teste foi de
288 litros.
252 litros.
180 litros.
108 litros.
Os tubos de coleta de águas pluviais devem ser assentados sobre
o terreno natural com berço preparado ou sobre a geratriz do terreno natural.
a geratriz do terreno natural ou sobre uma base de alvenaria.
o terreno natural com berço preparado ou sobre uma base de concreto.
uma base de concreto ou sobre uma base de alvenaria.
Segundo a Norma Técnica Vigente referente ao aproveitamento de coberturas em áreas urbanas para fins não potáveis da água da chuva, o coeficiente de escoamento superficial ou coeficiente de Runoff é o coeficiente que representa a relação entre o volume total de escoamento superficial e:
A área de captação, variando conforme a superfície.
O consumo médio (mensal ou diário) a ser atendido para fins não potáveis.
O volume total precipitado, variando conforme a superfície.
A área, em metros quadrados, projetada na horizontal da superfície impermeável da cobertura onde a água é captada.
Em determinada região, estuda-se a possibilidade de captação de água para uso humano. Com relação à coleta das amostras do local, é correto afirmar que
para a coleta de amostra do corpo hídrico não é necessário estudar as amostras com relação à sazonalidade, uma vez que não há influência.
todos os locais no corpo receptor terão os mesmos parâmetros, pois estima-se sempre que o volume de água é muito grande e tende a ser constante em todos os pontos.
não haverá mudança alguma nas características físico-químicas e microbiológicas dessa água em diferentes temperaturas.
a amostra deverá contemplar vários pontos da fonte de captação d’agua, bem como analisar o comportamento em diferentes épocas do ano, porém não há prazo e cuidados necessários para o armazenamento dessa amostra até o momento dos laudo ser efetuado.
coletando em diferentes épocas (respeitando a sazonalidade) e com armazenamento adequado, em diferentes pontos da fonte (profundidade e pontos ao redor do volume do corpo), garantirá um resultado mais satisfatório para a geração de informação com relação às características dessa água.
Calcule o volume de água pluvial incidente em um telhado (C=0,8) possuindo 20,0 m de largura por 15,0 m de comprimento, sabendo que a intensidade da chuva foi de 0,01 L/s.m² em 30 minutos de precipitação.
Q=CiA, (sendo Q=vazão, C= coeficiente de escoamento superficial, i= intensidade média das chuvas, A=área do telhado).
V= 4320,00 L
V= 72,00 m³
V= 2400,00 m³
V= 72,0 L
V= 4,32 L
Para o dimensionamento de um sistema de captação de águas de chuva do telhado de um galpão de uma água, um engenheiro verificou que a precipitação crítica de projeto é de 180mm/h. Se a área de captação do telhado é de 2100m2, segundo a NBR 10.844/89 a vazão de dimensionamento da calha para atender a precipitação crítica é de:
105,0 l/s;
94,5 l/s;
84,0 l/s;
78,8 l/s;
73,5 l/s.
Ultimamente, tem-se a impressão de que as chuvas intensas têm causado mais danos nas cidades e mesmo na esfera dos lotes residenciais. Entretanto, estudos indicam que a quantidade total de água média precipitada em um ano não mudou, mas que o período de precipitação diminui, explicando os maiores danos. Analise as seguintes assertivas sobre coleta de águas pluviais:
I. A troca de direção em uma rede pluvial enterrada em até 45º não exige a colocação de caixa de inspeção.
II. A declividade do telhado não interfere no dimensionamento dos condutores pluviais.
III. Em vista da pequena dimensão dos telhados, a intensidade da chuva não é relevante no dimensionamento das calhas, somente a declividade destas.
Quais estão corretas?
Apenas I.
Apenas II.
Apenas III.
Apenas II e III.
I, II e III.
A captação de água da chuva, com uso de cisternas, sempre foi considerada uma alternativa interessante para a zona rural. Mais recentemente, esses sistemas têm sido incentivados também nas regiões metropolitanas, até como forma de diminuir a quantidade de chuvas que resultam em enchentes e desastres.
O cálculo da área de captação da água de uma cisterna considera:
Com relação à água para consumo humano, assinale a alternativa correta.
A água da chuva é potável.
A água doce representa 1/3 da água líquida encontrada em corpos de água no planeta.
O óleo lubrificante descartado em corpos d’água não torna a água imprópria para o consumo humano porque não se mistura a ela.
O litro de água retirado de um poço é mais barato do que o litro de água retirado de fontes superficiais, como os rios, por exemplo.
Segundo os quesitos organolépticos, a água potável deve ser insípida, inodora e incolor.
O reuso de recursos hídricos pressupõe a aplicação de tecnologias, cujo grau de eficiência depende dos fins aos quais a água se destina e de como ela foi usada anteriormente. Nesse sentido assinale a alternativa correta.
No reuso intencional direto, os efluentes poderão sofrer tratamento adicional e/ou armazenamento e assim serem despejados em águas receptoras.
O reuso potável direto é o caso em que o efluente tratado é lançado em águas superficiais ou subterrâneas, antes de ser novamente utilizado como água potável.
O reuso potável indireto abrange a utilização agrícola, industrial, recreativa, doméstica e para a aquicultura.
O reuso direto planejado, para consumo humano, pode ser classificado como reciclagem, desde que os efluentes tratados sejam utilizados novamente pela mesma entidade que os produziu.
O reuso planejado direto, implica no controle da descarga de montante e da captação a jusante, além do monitoramento de eventuais lançamentos no percurso.
A importância de se racionalizar o uso da água vai além das crises de abastecimento, pois as cidades sofrem também com problemas de enchentes. Assim, vem-se tornando cada vez mais necessário a adoção de tecnologias seguras que possibilitem o uso racional da água potável, principalmente através da redução per capita do consumo. Nesse sentido, a captação da água de chuva surge como uma boa alternativa. Face ao exposto, assinale a alternativa INCORRETA.
A captação da água de chuva serve além de fonte de água como uma medida não-estrutural para drenagem urbana.
A área de captação é aquela onde ocorre toda a coleta da água pluvial. É um ponto crítico para o dimensionamento correto do sistema, pois a partir dele será determinada a quantidade de água possível de ser captada e aproveitada.
As águas de outras fontes podem ser misturadas com a água contida nas cisternas de armazenamento.
Os componentes de transporte de água pluvial (calhas e condutores verticais e horizontais) são fundamentais para o funcionamento correto de um sistema. Estes elementos são responsáveis pelo transporte da água do ponto de coleta (cobertura) até o ponto de armazenamento (cisterna).
Os linígrafos são instrumentos utilizados em estações pluviométricas para a obtenção de dados de chuva.
A água de chuva pode ser armazenada em cisternas, que são pequenos reservatórios individuais. A cisterna tem aplicação em áreas de grande pluviosidade, ou em casos extremos, em áreas de seca onde se procura armazenar a água da época chuvosa para a época de estiagem. Quanto a cisternas, assinale a opção correta.
Nos locais onde não há mão de obra especializada aconselha-se o uso de cisternas enterradas.
Deve-se abandonar as águas das primeiras chuvas, pois essas lavam os telhados, carreando sujeira.
A cisterna enterrada precisa sofrer a primeira desinfecção após 1 ano de uso.
A água armazenada na cisterna não precisa sofrer qualquer tratamento prévio quando for usada para consumo humano.
O único material considerado sanitariamente adequado para construção de cisternas enterradas é o concreto.
Visando diminuir o impacto causado pela ação antrópica sobre os recursos hídricos, torna-se imperativo a busca de fontes alternativas de abastecimento de água. Uma das alternativas é o aproveitamento da água da chuva para diversas utilidades. No semi-árido nordestino, a principal forma de aproveitamento da água da chuva é:
Armazenamento da água da chuva em filtros.
Armazenamento da água da chuva em destilador.
Armazenamento da água da chuva em cisternas.
Armazenamento da água da chuva em tanque de decantação.
Armazenamento da água da chuva em adutora.
Considerada por alguns especialistas, a possível escassez de água é uma das maiores preocupações da atualidade. No entanto, tão importante quanto aumentar a oferta é investir na qualidade e no reaproveitamento da água de que dispomos hoje. A ação humana tem provocado algumas alterações quantitativas e qualitativas da água. Analise:
I. Contaminação de lençóis freáticos.
II. Diminuição da umidade do solo.
III. Enchentes e inundações.
Pode-se afirmar que as principais ações humanas associadas às alterações anteriores são, respectivamente:
Canalização de córregos e rios, uso de fertilizantes e aterros sanitários, lançamento de gases poluentes.
Lançamento de lixo nas ruas, uso de fertilizantes, construção de aterros sanitários.
Lançamento de gases poluentes, construção de aterros sanitários, lançamento de lixo nas ruas.
Construção de barragens, construção de aterros sanitários, uso de fertilizantes.
Uso de fertilizantes e aterros sanitários, desmatamento, impermeabilização do solo urbano.