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“Para a elaboração de projetos hidráulicos sanitários de estações de tratamento de esgotos sanitários, o coeficiente de variação K é igual ao resultado da divisão da vazão máxima horária afluente à ETE (Estação de Tratamento de Esgoto), registrada no período de um ano, pela vazão média anual afluente à ETE, incorporando, também, os picos de vazão que ocorrem na rede coletora e nos interceptadores. Na ausência de determinações locais e, quando a contribuição de águas pluviais não é diretamente afluente à rede coletora, pode-se adotar para estações de porte médio a grande, um valor entre 1,6 a 1,8. Para ETE de pequeno porte devem ser adotados valores maiores.” As informações se referem a:
Lodo desaguado.
Carga orgânica volumétrica.
Coeficiente de pico de vazão.
Coeficiente de pico de massa.