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Em um laudo pericial sobre o rompimento de uma tubulação de abastecimento de água potável, os fatos apontam, com 90% a 95% de acurácia, que houve sobrepressão na rede, mas existe uma pequena probabilidade de que o rompimento tenha sido ocasionado por uma falha executiva da rede. Diante disso, como o perito deve conduzir a produção das provas periciais?
O perito deve entregar um laudo de inconclusão, afirmando que não há elementos suficientes para determinar a causa do rompimento da tubulação.
O perito deve apresentar ambas as hipóteses no laudo, mas, na conclusão, deve descartar a sobrepressão como causa do rompimento.
O perito deve apresentar ambas as hipóteses de forma fundamentada, com justificativas técnicas que permitam ao julgador decidir sobre o mérito da questão.
O perito deve indicar apenas a falha executiva como causa do rompimento, por ter maior impacto na responsabilização das partes envolvidas.
O perito pode omitir a hipótese menos provável para evitar confusão no processo, mencionando apenas a sobrepressão como fator determinante.