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Durante a vistoria de uma edificação com cerca de cinco anos de construção, um tecnólogo observou o surgimento de fissuras finas e distribuídas de forma aleatória, semelhante a um mapa, no revestimento externo de argamassa de uma fachada. Adicionalmente, foram notadas manchas de umidade e bolhas na pintura na parte interna dos apartamentos do último pavimento, próximas à laje de cobertura. Com base na análise das manifestações patológicas, a causa primária mais provável para o surgimento das fissuras mapeadas na fachada é:
A corrosão das armaduras das vigas e pilares da fachada, que causou a expansão do aço e o consequente desplacamento do concreto de cobrimento e do revestimento.
A retração da argamassa de revestimento, causada por fatores como traço com excesso de cimento, cura inadequada ou perda rápida de água para o ambiente ou para a base.
O recalque diferencial das fundações da edificação, que gerou tensões de tração superiores à capacidade de resistência do revestimento.
A movimentação térmica excessiva dos blocos cerâmicos da alvenaria de vedação, resultando na abertura de juntas e no surgimento de fissuras coincidentes com o formato dos blocos.
A incompatibilidade química entre a tinta de acabamento e a argamassa de revestimento, que provocou uma reação expansiva e o craquelamento da camada superficial.